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PNAD 2013

Somos 201,5 milhões de pessoas, sendo sendo 48,6% de homens e 51,4% de mulheres. Somos 46,3% brancos;8,0% pretos; 45% pardos e 0,8% amarelos ou indígenas. Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) - 2013, divulgada pelo IBGE.

A PNAD também mostra que, em 2013, 98,4% das crianças de 6 a 14 anos de idade frequentavam a escola.

Veja mais resultados da PNAD 2013 aqui:
http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2722
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000018883109232014310419410583.pdf

(29/08/2014)

Onde tem menos gente

Serra da Saudade, em Minas Gerais, é o município menos populoso do Brasil, com apenas 822 habitantes vivendo nos 335,659 km². Em segundo lugar está Borá, em São Paulo. Lá vivem 835 pessoas. Esses são algumas das estimativas de população divulgadas pelo IBGE para 2014.

Veja mais em http://cod.ibge.gov.br/36MYV.

(29/08/2014)

Estimativas de população para 2014

O Brasil tem aproximadamente 202,7 milhões de habitantes, de acordo com as estimativas de população divulgadas pelo IBGE para 2014. São Paulo é o município mais populoso, com 11,9 milhões de pessoas. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro com uma população de 6,5 milhões.

Fora das capitais, Guarulhos, em São Paulo, lidera com 1,3 milhão de habitantes, seguido por Campinas, outra cidade paulista (1,2 milhão). Os 25 municípios mais populosos do país somam 51 milhões de habitantes e representam 25,2% do total da população do Brasil.

(28/08/2014)

Suplemento da MUNIC

Em 2013, 11.797 centros de convivência para crianças, adolescentes, jovens e idosos estavam presentes em 3.065 municípios brasileiros, destacando-se 69,9% na região Centro-Oeste. Tais centros prestam serviços de convivência e de fortalecimento de vínculos para essas pessoas e suas famílias.

O Brasil também possui Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (POP) que é uma unidade pública que faz atendimento para a população adulta que vive nas ruas. Ao todo, são 175 centros distribuídos em 154 municípios.

Essas informações estão presentes no Suplemento de Assistência Social da Pesquisa de Informações Básicas Municipais – MUNIC 2013, divulgado pelo IBGE.

Para saber mais sobre o suplemento, clique aqui.

(10/05/2014)

Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2013

Você sabia que dos 5570 municípios brasileiros, 2065 (37,1%) foram atingidos por alagamentos de 2008 a 2012? E que o Sul e Sudeste foram os mais atingidos, com os estados de Santa Catarina (60,3%) e Rio de Janeiro (88,0%) registrando os maiores percentuais em sua região?

No mesmo período, as enchentes afetaram 1543 municípios, deixando 1,4 milhão de desabrigados. E os deslizamentos de terra atingiram 895 municípios.

Esses são algumas das informações da Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2013 - MUNIC, divulgada pelo IBGE.

A MUNIC apresenta resultados para todos os 5570 municípios sobre sete temas, dentre eles, recursos humanos, saúde, gestão de risco e resposta a desastres, meio ambiente, política de gênero e perfil dos gestores municipais.

Veja mais sobre a MUNIC 2013 em http://cod.ibge.gov.br/2LIN8

(30/04/2014)

Quantos somos?

Quer saber quantos somos no Brasil? Acesse a estimativa populacional brasileira em tempo real clicando aqui. Enquanto escrevíamos essa notícia a população era de 202.062.117, mas o número aumenta a cada 18 segundos, em média. E você pode pesquisar também a população de cada estado brasileiro, além de outros indicadores como índice de envelhecimento; taxa de mortalidade infantil; expectativa de vida ao nascer; taxa de fecundidade, entre outros.

Não deixe de visitar o nosso hotsite de população!

(31/01/2014)

Saúde, saneamento básico e educação

Em 2012, 24,7% da população brasileira não tinham plano de saúde. São Paulo é o estado com o maior percentual de pessoas com plano: 43,6%. Já no Acre, 5,6% tinham plano.

Quanto ao saneamento básico, 29,7% dos domicílios urbanos não tinham acesso simultâneo aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e iluminação elétrica.

E se o assunto é educação, a frequência de crianças de 0 a 3 anos de idade à creche aumentou de 11,7% em 2002 para 21,2% em 2012.

Quer saber mais sobre a Síntese dos Indicadores Sociais 2012, divulgada pelo IBGE, clique aqui.

(Dezembro/2013)

Expectativa de vida

A expectativa de vida do brasileiro passou a ser de 74,6 anos em 2012. Cinco meses e 12 dias a mais em relação à estimada em 2011 (74,1).

Em relação ao sexo da pessoa, a expectativa dos homens passou de 70,6 anos em 2011 para 71 anos em 2012. E para as mulheres, aumentou de 77,7 para 78,3 anos, considerando o mesmo período.

Essas estimativas fazem parte da Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2012 que tem como base a Projeção de População para o período de 2000-2060, divulgada anualmente pelo IBGE.

Para saber mais clique aqui

(Dezembro/2013)

Síntese de Indicadores

Você sabia que 24% dos jovens entre 25 e 34 anos ainda moravam com os pais em 2012? E que, no mesmo ano, cerca de 20% dos jovens entre 15 e 29 anos não frequentavam a escola e nem trabalhavam?

Esses são alguns dos resultados da Síntese de Indicadores do IBGE 2013, divulgada pelo IBGE.

A pesquisa também mostra que 29,7% dos domicílios brasileiros na área urbana ainda não tinham acesso aos serviços básicos de saneamento como abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e também iluminação elétrica em 2012.

Os resultados da síntese baseiam-se na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2012, também produzida pelo IBGE, outras pesquisas da instituição, além de fontes externas.

Veja mais sobre a síntese aqui

(Novembro/2013)

Estatísticas do Empreendedorismo

Em 2011, o Brasil tinha 34.528 Empresas de Alto Crescimento (EAC) que ocuparam 5,0 milhões de assalariados e pagaram R$ 95,4 bilhões em salários e outras remunerações.

E entre 2008 e 2011, elas geraram 3,2 milhões de postos de trabalho.

Segundo as Estatísticas do Empreendedorismo do IBGE, uma empresa é considerada de Alto Crescimento quando ela possui 10 ou mais assalariados no ano de observação e seu pessoal ocupado assalariado cresceu, em média, pelo menos 20% nos três anos anteriores.

Essas são algumas das informações das Estatísticas do Empreendedorismo 2011, produzidas pelo IBGE em parceria com o Instituto Empreender Endeavor Brasil. A publicação completa pode ser acessada aqui.

(novembro/2013)

Aglomerados subnormais

No Censo 2010, o Brasil foi dividido em aproximadamente 317.000 setores censitários para facilitar a coleta de dados pelo IBGE. Desse total, 15.868 eram setores localizados nos chamados “aglomerados subnormais” ou assentamentos irregulares conhecidos por outros nomes como favelas, grotas, invasões, baixadas, comunidades, ressacas, mocambos e palafitas, dependendo da sua localização.

Tais aglomerados, no total de 6.329, somam uma área de 169,2 mil hectares e reúnem cerca de 3,2 milhões de domicílios e 11,4 milhões de moradores. A região Sudeste apresenta a maioria dos setores censitários em aglomerados subnormais, com 55,5%.

Essas e outras informações estão disponíveis na publicação “Censo Demográfico 2010 – Aglomerados Subnormais – Informações Territoriais” divulgada hoje pelo IBGE. Para saber mais, clique aqui.

(novembro/2013)

Pretos e pardos

Você sabia que 43,1% da população brasileira se declararam pardos no Censo 2010, sendo que desse total, 66,9% estavam na região norte? E 7,6% dos entrevistados se declararam pretos, estando o maior percentual (9,5%) no Nordeste? Esses resultados fazem parte do Mapa da Distribuição Espacial da População, Segundo a Cor ou Raça – Pretos e Pardos, divulgado hoje pelo IBGE em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) do Governo Federal.

Para saber mais, consulte o mapa aqui.

(novembro/2013)

Novo fuso horário

A partir do dia 10 de novembro, o Brasil ganha mais um fuso horário, ficando dividido, então, em quatro fusos horários. O quarto e novo fuso compreende o Acre e o lado oeste do Amazonas, que terão menos cinco horas em relação à hora de Greenwich (o Brasil está menos 3 horas em relação à hora de Greenwich). O primeiro fuso engloba o arquipélago Fernando de Noronha e a ilha da Trindade (PE), com menos duas horas em relação à hora de Greenwich. O segundo fica no Distrito Federal e nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Espírito Santo, de Goiás, do Tocantins, da Bahia, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará, do Piauí, do Maranhão, do Pará e do Amapá, com menos duas horas em relação a Greenwich. O terceiro está localizado no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e o lado leste do Estado do Amazonas.

O Brasil chegou a ter um quarto fuso, que foi excluído em 2008, e agora retorna conforme estabelecido na Lei nº 12.876, de 30/10/2013.

(novembro/2013)

Pesquisa Agrícola Municipal 2012

Você sabia que Petrolina, em Pernambuco, é o maior produtor de frutas do país? E que Sorriso, no Mato Grosso, continua sendo o maior produtor nacional de soja e de milho? Já Morro Agudo, em São Paulo, lidera a produção de cana-de-açúcar e São Desidério, na Bahia, é responsável pela maior produção de algodão.

Quer saber mais sobre os os principais municípios produtores da agricultura brasileira? Basta consultar a Pesquisa Agrícola Municipal – PAM 2012, divulgada pelo IBGE. Os resultados da pesquisa mostram, por exemplo, que a produção de milho cresceu 27,7% e já supera a de soja que teve queda de 12% devido à falta de chuvas nas regiões Sul e Nordeste.

Mais informações sobre a PAM, aqui.

(outubro/2013)

Câncer de mama

Felizmente, o ano de 2012 registrou o crescimento do número de mamografias realizadas em hospitais e clínicas ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Foram 4,4 milhões de exames, 26% a mais que em 2010, de acordo com o Ministério da Saúde.

O aparelho para realizar a mamografia é o mamógrafo. Com ele, é possível realizar o exame que detecta a presença de nódulo na mama.

Em 2009, o Brasil tinha 4.143 mamógrafos sendo 596, na rede pública; 3.547 na privada e 1.531 em clínicas ou hospitais particulares com atendimento ao SUS, de acordo com dados da pesquisa Assistência Médico-Sanitária – AMS 2009, produzida pelo IBGE.

E para conscientizar a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, o Ministério da Saúde lançou esse mês a campanha Outubro Rosa.

Veja mais em http://www.brasil.gov.br/saude/2013/10/campanha-outubro-rosa-buscar-estimular-deteccao-precoce-do-cancer-de-mama

Fonte: http://www.brasil.gov.br/saude

(outubro/2013)

De portas abertas para as escolas

Conhecer o nosso país, quem somos, como vivemos, onde estamos são essenciais para o exercício da cidadania. E se o professor tiver essas informações, melhor ainda! Pensando nisso, o IBGE promove em outubro, quando se comemora o Dia do Mestre, o I Seminário IBGE de portas abertas para a escola dirigido aos profissionais da Educação Infantil ao Nível Médio.

O Seminário será realizado no dia 24 de outubro no Centro de Documentação e Disseminação de Informações do IBGE, no Rio de Janeiro. As inscrições são gratuitas e limitadas. Se você é professor e quer participar, saiba como aqui.

(outubro/2013)

Indicadores Culturais 2007-2010

Os gastos do governo brasileiro com a cultura subiram de R$ 4,4 bilhões em 2007 para R$ 7,3 bilhões em 2010. Já as famílias usaram 5,0% do total do orçamento mensal (R$ 106,32), em média, em produtos e serviços relacionados à cultura em 2009, excluindo despesas com telefonia. .

Aproximadamente 400 mil empresas e outras organizações (órgãos da administração pública e entidades sem fins lucrativos) atuaram nas atividades culturais, ocupando 2,1 milhões de pessoas, sendo 73,5% (1,5 milhão) assalariadas, em 2010.

Esses são alguns dos resultados da terceira edição do Sistema de Informações e Indicadores Culturais 2007-2010, um estudo do IBGE em parceria com o Ministério da Cultura. Veja mais informações aqui.

(outubro/2013)

Panorama dos domicílios no Brasil

Entre 2011 e 2012, o número de domicílios no Brasil cresceu 2,5%, atingindo 62,8 milhões, 1,6 milhão a mais que no ano anterior.

O percentual de domicílios com acesso à rede de esgoto aumentou de 55% para 57,1% de 2011 para 2012. Nesse ano, 53,6 milhões de domicílios (85,4%) foram beneficiados por rede geral de abastecimento de água, mais 1,8 milhão atendidos em relação a 2011.

E o número de domicílios que são atendidos com coleta de lixo passou de 54,4 milhões para 55,8 milhões (88,8% no total) em 2012.

Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2012 divulgada pelo IBGE.

Realizada desde 1967, a PNAD traz informações sobre vários temas, incluindo população, migração, educação, trabalho, rendimento e características dos domicílios para Brasil, grandes regiões, unidades da federação e regiões metropolitanas.

Para saber mais sobre a PNAD, clique aqui.

(agosto/2013)

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2012 e Síntese de Indicadores da PNAD 2012

Em 2012, a população residente estimada no Brasil foi de 196,9 milhões de pessoas, 1,6 milhão de pessoas a mais que o ano anterior.

No mesmo ano, 46,2% da população residente, ou 91,0 milhões de pessoas, era branca; 45,0% parda (88,6 milhões) e 7,9% preta (15,6 milhões).

A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade em todo Brasil foi estimada em 8,7%, significando 13,2 milhões de analfabetos.

E a população ocupada totalizou 93,9 milhões de trabalhadores, composta por 62,1% de empregados (58,3 milhões), 20,8% de trabalhadores por conta própria (19,5 milhões), 6,8% de trabalhadores domésticos (6,4 milhões) e 3,8% de empregadores (3,6 milhões).

Esses são alguns dos resultados da Síntese de Indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2012 que está sendo divulgada pelo IBGE junto com a própria PNAD, referente ao mesmo ano.

A Síntese também aponta que em 2012 aproximadamente 83,0 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade declararam ter acessado à Internet nos últimos três meses anteriores à data da pesquisa, comprovando um aumento de 5,3 milhões de novos internautas no intervalo de um ano.

Para saber mais sobre as pesquisas, clique aqui.

(agosto/2013)

Projeção da População do Brasil e das Unidades da Federação 2013

A população total projetada para o Brasil em 2013 é de 201.032.714 habitantes, com perspectiva de atingir 212,1 milhões em 2020, até alcançar o máximo de 228,4 milhões em 2042. Nesse ano, espera-se o início de queda no número de habitantes, podendo chegar a 218.173.888 em 2060.

Na projeção para as unidades da Federação, Santa Catarina se destaca já que detém a maior esperança de vida ao nascer: 80,2 anos em 2020, chegando a 82,3 anos em 2030 Por outro lado, Maranhão terá a menor esperança de vida ao nascer em 2020: 71,7 anos. Em 2030, o Piauí terá a menor esperança de vida ao nascer: 73,4 anos.

Essas informações fazem parte da Projeção da População do Brasil e das Unidades da Federação 2013 divulgada pelo IBGE. Seu conjunto incorpora as informações mais recentes sobre aspectos do crescimento demográfico como mortalidade, fecundidade e migração, obtidas através dos resultados do Censo Demográfico 2010 e dos registros de nascimentos e óbitos.

Para saber mais, clique aqui .

(agosto/2013)

Pesquisa Anual de Serviços 2011

Em 2011, o Brasil contava com, aproximadamente, 1,1 milhão de empresas do setor de serviços que juntas, geraram cerca de R$ 1,0 trilhão em receita líquida. Elas foram responsáveis por ocupar 11,4 milhões de pessoas e pagaram R$ 202,7 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.

Dois segmentos se destacaram em relação ao número de empresas: as de serviços profissionais, administrativos e complementares, totalizando 340.032 empresas (31,5%) e as serviços prestados principalmente às famílias, tendo sido encontradas 339.354 empresas (31,4%).

Essas e outras informações estão na Pesquisa Anual de Serviços 2011, produzida pelo IBGE. Ela apresenta informações sobre o setor de serviços para o Brasil, as grandes Regiões e todas as 27 Unidades da Federação. Os dados estão disponíveis no link: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/comercioeservico/pas/pas2011/default.shtm.

(agosto/2013)

Demografia das empresas

Em 2011, do total de empresas ativas no mercado, 49,5% eram de empresas com pessoal assalariado. E das 2,2 milhões de empresas no país com pessoal assalariado, 90,4% eram sobreviventes (ainda estavam atuantes no mercado); 8% eram novas e 1,6% eram empresas que estavam retornando ao mercado. Já as empresas que saíram do mercado totalizaram 4,0%. O saldo é positivo já que o número de empresas novas é maior do que o número de empresas que não atuam mais. Em relação a 2008, houve um acréscimo de 19,8% no número de empresas.

Essas e outras informações estão na Demografia das Empresas 2011 que analisa a situação das empresas no Brasil, indicando número de empresas novas, empresas que sobreviveram no mercado; as que fecharam as portas e as que retomaram suas atividades.

Veja mais informações aqui.

(agosto/2013)

Pesquisa Nacional de Saúde

O IBGE dá início à coleta de informações da Pesquisa Nacional de Saúde. De agosto a novembro de 2013, cerca de 1000 entrevistadores visitarão 80 mil domicílios em 1600 municípios para saber como anda a saúde e o estilo de vida dos brasileiros.

Produzida em convênio com o Ministério da Saúde, a pesquisa vai produzir informações também sobre acesso e uso dos serviços de saúde, ações preventivas, continuidade dos cuidados e financiamento da assistência de saúde.

Além aplicar um questionário, os entrevistadores farão a medição do peso, altura, cintura e pressão de um morador maior de idade por residência. Está prevista também a realização de exames laboratoriais de sangue e urina em uma parte dos entrevistados. Saiba mais aqui.

Tábuas de mortalidade por sexo e idade

Você sabia que o Maranhão registrou a menor esperança de vida ao nascer para ambos os sexos em 2010 (68,69 anos)?. E que no mesmo ano, Alagoas apresentou a maior taxa de mortalidade infantil (30,2‰) e a maior taxa de mortalidade na infância: 33,2‰ (probabilidade de um recém-nascido não chegar aos cinco anos de idade)? Já Santa Catarina era o estado brasileiro com a menor taxa de mortalidade infantil: 9,2‰ e mortalidade na infância, com 11,2 óbitos de menores 5 anos para mil nascidos vivos.

Esses são alguns dos destaques das “Tábuas de Mortalidade por Sexo e Idade – Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação – 2010”, produzida pelo IBGE.

As tábuas apresentam um panorama da mortalidade e esperança de vida ao nascer num período de 30 anos, utlizando resultados do Censo Demográfico 2010, das estatísticas de óbitos provenientes do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.

Elas servem para acompanhar um grupo de indivíduos que nasceram na mesma época até sua completa extinção. E levam esse nome porque em inglês são conhecidas como “Life table”, podendo ser chamadas também de tabelas de mortalidade. O demógrafo britânico John Graunt foi quem criou as primeiras tábuas de mortalidade em 1662.

Conheça mais sobre as tábuas de mortalidade clicando aqui. .

(agosto/2013)

Violência contra adolescentes

A PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), realizada em 2012 com alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, revela dados preocupantes com relação à violência cometida contra adolescentes. A pesquisa recolheu dados sobre diversas características das agressões: violência verbal, física, simbólica, praticada por colegas de escola, por familiares e uso de armas brancas ou de fogo.

Dos estudantes pesquisados, 10,6% declararam que sofreram recentemente agressão física por adultos da família. Com relação ao envolvimento em brigas com armas, 7,3% dos estudantes se envolveram em brigas com arma branca e 6,4% com arma de fogo. As agressões verbais sofridas no ambiente escolar também foram pesquisadas, 35,4% dos alunos já se sentiram humilhados com as provocações dos colegas de escola. Já 20,8% dos alunos declararam já ter humilhado e magoado algum de seus colegas.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, todo adolescente tem direito de ser protegido contra qualquer ato de violência, crueldade, exploração e discriminação. Conheça mais sobre seus direitos acessando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e informações sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente: http://teen.ibge.gov.br/estatuto-da-crianca-e-do-adolescente.

Os resultados também revelaram que 43% dos alunos frequentaram pelo menos 1 dia de aula de educação física na escola na semana anterior à pesquisa, e 18,3% não frequentaram nenhum dia. Quanto à saúde dos estudantes, 6,9% já haviam ingerido medicamentos ou produtos para ganhar peso ou massa muscular sem acompanhamento médico; 12,4% tiveram pelo menos uma crise de asma e 48,2% haviam procurado serviço ou profissional de saúde para atendimento relacionado à sua própria saúde nos últimos doze meses.

Quer saber mais sobre a pesquisa?.

(julho 2013)

Pesquisa de Informações Básicas Municipais

Em 993 dos 5.565 municípios brasileiros (17,8%), há Guarda Municipal e em 153, ela utilizou armas de fogo em 2012. O total de delegacias gerais diminuiu de 83,7% para 81,8% em 2012.

Sobre inclusão digital, 5.034 municípios têm ações ou projetos nessa área e, desse total, em cerca de 3.500 (69,9%) a prefeitura oferece acesso gratuito à Internet em centros de acesso e em cerca de 3.800 (76,8%) foram instalados microcomputadores com acesso à internet na rede pública municipal de ensino. Essas e outras informações sobre as 5.565 prefeituras brasileiras estão na Pesquisa de Informações Básicas Municipais – MUNIC 2012, divulgada pelo IBGE.

A pesquisa investiga, detalhadamente, a organização das prefeituras, seu quadro funcional, instrumentos fiscais, políticas de planejamento, oferta de serviços e infraestrutura urbana, além dos temas comunicação e informática, transporte, cultura, assistência social, segurança pública, meio ambiente e segurança alimentar e nutricional.

A publicação completa pode ser acessada pelo link:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic/2012/default.shtm

(julho/2013)

Atlas do Censo Demográfico 2010

Com uma população de 190.755.799 habitantes em 2010 e uma superfície de 8.515.767,049 km², o Brasil experimentou sucessivos aumentos de população de 1991 a 2010, tendo crescido 1,29 vezes no período. Em 1991, éramos 146.825.475, passando para 169.799.170 em 2000.

Em extensão territorial e número de habitantes, estamos em quinto lugar no mundo. Ficamos atrás do Canadá, Rússia, China e Estados Unidos quanto ao tamanho. E somos superados pela China, Índia, Estados Unidos e Indonésia quanto à população.

Sobre a distribuição espacial da população no território, as regiões Sudeste, Nordeste e Sul continuam a ser as mais populosas do país, concentrando 42,13%, 27,83% e 14,36% do total de habitantes, respectivamente.

Essas e outras informações estão representadas em forma de mapas no Atlas do Censo Demográfico 2010 divulgado pelo IBGE.

A publicação apresenta uma visão geográfica dos dados estatísticos levantados no último censo. E retrata dados relativos à divisão político-administrativa; fluxos migratórios; condições de habitação; inserção do Brasil no mundo; características demográficas da população e urbanização, entre outros, compondo o perfil demográfico do país, considerando suas diferenças regionais.

Pesquisa Anual da Indústria da Construção

Em 2011, o número de pessoas ocupadas pela indústria da construção cresceu 7,7%, ou seja, 190 mil a mais em relação a 2010 e 69,4% (1,1 milhão) em relação a 2007. No total, as empresas do setor empregaram 2,7 milhões de pessoas.

O salário médio mensal foi de R$ 1.437, 3,8% acima da média de 2010 (R$ 1.305) e 21,5% maior que a de 2007 (R$ 945).

E o maior investimento do setor foi na aquisição de máquinas e equipamentos, com 40,4% dos cerca de 9 bilhões investidos. Em segundo lugar estão os meios de transporte, com 24,5% e, em terceiro, terrenos e edificações (24,2%).

Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção divulgada pelo IBGE.

Para saber mais clique aqui.

Pesquisa Anual de Comércio

O setor comercial brasileiro gerou R$ 2,1 trilhões de receita e ocupou 9,8 milhões de pessoas em 2011. As empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas geraram 74,1% do total da receita.

Comparando varejo e atacado, o comércio varejista se destacou com o maior número de empresas (1.252.586) e maior número de pessoas ocupadas (7.210.796). Já o comércio atacadista contou com 171.057 empresas onde trabalhavam 1.655.929 pessoas.

Em compensação, as empresas atacadistas obtiveram uma receita de R$ 915,2 bilhões contra R$ 911,4 bilhões do comércio varejista.

Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Anual do Comércio – PAC, divulgada pelo IBGE.

Para saber mais clique aqui.

Informações sobre número de empresas da indústria, receita, ranking de produtos vendidos

Havia, no Brasil, cerca de 312 mil empresas do setor industrial com uma ou mais pessoas ocupadas, que empregaram 8,6 milhões de pessoas, em 2011. Um número 4% maior que em 2010, quando eram 299.862 empresas. E o pessoal ocupado aumentou 3% em um ano (eram 8,4 milhões em 2010).

Tais empresas tiveram, também em 2011, receita líquida de vendas de aproximadamente R$ 2,2 trilhões, com uma média de R$ 7,0 milhões por empresa. E os gastos com pessoal alcançaram cerca de R$ 319,2 bilhões.

Em 2011, no ranking dos 15 produtos que mais se destacaram em termos de valor de vendas está o minério de ferro que registrou vendas de R$ 50,9 bilhões, ultrapassando, pela primeira vez desde 1998, o óleo diesel, com R$ 48,1 bilhões de reais.

É o que mostram as Pesquisas Industriais Anuais (PIA) - Empresa e Produto 2011. Estas e outras informações sobre a pesquisa podem ser consultadas nos links abaixo:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/industria/pia/empresas/2011/defaultempresa.shtm
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/industria/pia/produtos/produto2011/defaultproduto.shtm

(junho/2013)

PeNSE 2012

Estima-se que 3.153.314 alunos frequentavam o último ano (nono) do ensino fundamental em todo o Brasil em 2012. Desse total, 19,6% experimentaram cigarro alguma vez; 66,6% já tinham feito uso de bebida alcoólica; 21,8% haviam sofrido algum episódio de embriaguez e 7,3% já tinham usado drogas ilícitas.

Esses são alguns dos resultados da segunda edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar – PeNSE, realizada em 2012, através de convênio entre o IBGE e o Ministério da Saúde, com apoio do Ministério da Educação.

A pesquisa investiga os fatores de risco e proteção à saúde dos estudantes brasileiros e traça um perfil da situação dos alunos e de alguns aspectos do ambiente escolar em que vivem.

Os resultados também revelaram que 43% dos alunos frequentaram pelo menos 1 dia de aula de educação física na escola na semana anterior à pesquisa, e 18,3% não frequentaram nenhum dia. Quanto à saúde dos estudantes, 6,9% já haviam ingerido medicamentos ou produtos para ganhar peso ou massa muscular sem acompanhamento médico; 12,4% tiveram pelo menos uma crise de asma e 48,2% haviam procurado serviço ou profissional de saúde para atendimento relacionado à sua própria saúde nos últimos doze meses.

Para saber mais sobre a PeNSE, clique aqui.

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil

De acordo com as Nações Unidas, em 2010 cerca de 215 milhões de crianças trabalhavam no mundo (somente 7 milhões a menos que em 2004).

Desse total, 60% - cerca de 129 milhões - trabalham no campo, ajudando a família.

E cerca de 115 milhões estão envolvidos com algum tipo de trabalho considerado perigoso porque coloca em risco sua vida.

Essas crianças não vão à escola. Não recebem alimentação adequada. E não têm tempo para brincar.

Doze de junho é o dia Mundial contra o Trabalho Infantil. Esse ano, as Nações Unidas chamam a atenção para o trabalho infantil doméstico, ou seja, crianças que exercem atividade remunerada ou não no âmbito familiar; responsáveis por afazeres domésticos.

No Brasil, de todos os estados, Santa Catarina é o que tem o maior número de crianças de 10 a 17 anos trabalhando. Das 846.328 pessoas dessa faixa etária, 18,9% (160.140) estavam trabalhando na semana de referência, segundo os dados do Censo 2010. Em segundo lugar, está Rondônia. Do total de 252.196 crianças de 10 a 17 anos, 18,2% (45.953) estavam ocupadas.

Se você quiser saber mais, consulte o mapa do trabalho infantil no Brasil, clicando aqui. .

(junho/2013)

Anuário Estatístico do Brasil

Informações do Brasil em seus aspectos territorial, ambiental, demográfico e socioeconômico sob a forma de tabelas, gráficos e textos. Esse é o Anuário Estatístico do Brasil produzido pelo IBGE. A publicação traz resultados de diversas pesquisas realizadas pelo IBGE como, por exemplo, Censo Demográfico, Estastíticas do Registro Civil, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), Pesquisa Industrial Anual - Empresa, da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, Pesquisa Anual da Indústria da Construção e Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor, entre outras.

O índice de assuntos e o guia de leitura auxiliam o usuário na localização de informações, facilitando a compreensão de seu conteúdo.

Um CD-Rom com informações do volume impresso, mapas e arquivos dos últimos anuários divulgados pelo IBGE acompanham a publicação.

(maio/2013)

Aniversário do IBGE

Em 29 de maio, o IBGE completa 77 anos de história. Em 1936, o instituto iniciava suas atividades com o nome de Instituto Nacional de Estatística, tendo como um dos objetivos articular e coordenar as pesquisas estatísticas do país. A instituição faz parte da administração federal, estando vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Sua missão é retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania.

Saiba mais sobre a história da instituição aqui

(maio/2013)

Informações sobre empresas no Brasil

O pessoal assalariado de nível superior no Brasil tinha como salário médio R$ 4.135,06, estando, portanto, 219,4% acima do pessoal sem nível superior, cuja média salarial é de R$ 1.294,70, em 2011.

Os dados são do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), publicação do IBGE que analisou 5,1 milhões de organizações em 2011, dentre entidades empresariais, empresas públicas e sem fins lucrativos.

Dessas 5,1 milhões, 89,9% eram entidades empresariais. Apesar de predominantes, elas pagaram os salários mais baixos no ano, R$ 1.592,19, em média. Já a administração pública pagou os salários mais elevados: R$ 2.478,21, em média.

O número de empresas e outras organizações ativas quase não se alterou em relação a 2010 (de 5.128.568 passou para 5.129.205), mas o pessoal ocupado total cresceu 4,9% (2,4 milhões), o pessoal ocupado assalariado, 5,1% (2,2 milhões) e o número de sócios e proprietários, 3,8% (256,2 mil).

O CEMPRE reúne informações econômicas e de cadastro de empresas privadas, organizações da administração pública e entidades sem fins lucrativos entre outras, que estejam formalmente constituídas e atuantes no país.

Saiba mais sobre a publicação aqui.

(maio/2013)

Cidades@

A população de Abaré, na Bahia, é de 17.064 pessoas, sendo 8.564 homens e 8.500 mulheres, segundo dados do Censo 2010. Quem nasce por lá é abareense. Com 1.484,868 km2, conta com 9 estabelecimentos ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Já em Maquiné, no Rio Grande do Sul, o Censo 2010 contou 6.905 pessoas, distribuídas em 621,694 km2. Sua densidade demográfica é 11,11 e do total de habitantes 3.523 são homens e 3.382 são mulheres. E quem nasce por lá é maquinense.

Essas e informações sobre agricultura, rendimento, trabalho, saúde, religião, entre outras dos 5.570 municípios brasileiros estão disponíveis no site Cidades@ dentro do portal do IBGE. Agora, o site conta com mais uma funcionalidade. É possível saber o nome de cada prefeito eleito nas últimas eleições. A propósito, o prefeito de Abaré é Benedito Pedro da Cruz e de Maquiné, é Alcides Scussel. Confira!

(maio/2013)

Ligações aéreas

Você sabia que dos 5.570 municípios, 135 (2,4%) possuíam um aeroporto com voos regulares em 2010? Que a maior movimentação de passageiros em voos era de São Paulo para o Rio de Janeiro: 5.680.873? E que o transporte de carga via aérea entre São Paulo e Manaus concentrou mais de 20% do total transportado no período?

Essas e outras informações estão na publicação “As Ligações Aéreas 2010”, que descreve e analisa os fluxos de passageiros e carga e a acessibilidade das cidades, verificando o custo e o tempo de distância aérea entre elas.

Chama-se ligação aérea aquela entre duas cidades, operada por uma companhia aérea comercial (não incluindo voos em conexão) e contada toda vez que há um desembarque.

Foram analisados 877 pares de ligações, totalizando 71.750.986 passageiros transportados e 434 mil toneladas de carga.

Veja mais sobre o estudo no link
ftp://geoftp.ibge.gov.br/redes_e_fluxos_do_territorio/ligacoes_aereas/ligacoes_aereas_2010.pdf. .

(maio/2013)

Acesso à Internet e posse de celular

Você sabia que em 2011, 77,7 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais de idade acessaram a Internet? Foram 10 milhões a mais de internautas que em 2009.

De 2005 para 2011, o total de pessoas que utilizaram a Internet aumentou 143,8%, ou seja, em seis anos o crescimento foi de 45,8 milhões.

Dos mais de 61 milhões de domicílios brasileiros, no mesmo ano, 36,5% (ou mais de 22 milhões) tinham microcomputador com acesso à Internet.

A pesquisa também investigou o uso de celular e descobriu que o contingente de pessoas de 10 anos ou mais de idade que tinham o aparelho para uso pessoal, em 2011, foi estimado em 115,4 milhões, o que correspondia a 69,1% da população dentro dessa faixa etária. Em 2005, eram apenas 55,7 milhões de pessoas.

De 2005 para 2011, o crescimento foi de 107,2% no País, ou seja, 59,7 milhões de pessoas a mais que adquiriram o celular. E em 86,4% dos domicílios, que equivale a mais de 52 milhões, existia aparelho celular.

Esses são alguns dos resultados do suplemento Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios divulgada pelo IBGE. Para saber mais, clique aqui.

(maio/2013)

Argentina

Vem da Argentina o novo papa, país situado na América do Sul, com 2.791.810 km2. Sua população tem 41.118.986 habitantes e a capital é Buenos Aires.

O espanhol é o idioma falado e a moeda, o peso argentino.

Seu nome deriva “argentum” que quer dizer prata em latim, em referência ao seu principal rio, Rio da Prata.

Cristina Fernández Kirchner é a presidenta desde 2007, quando substituiu seu marido Nestor Kirchner que ficou no poder de 2003 a 2006.

Para saber mais sobre esse e outros países, visite Paises@.

(março/2013)

Para enfrentar a violência contra a mulher

Você sabia que todos os estados brasileiros têm Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM)? Elas foram criadas com o intuito de tornar público o problema da violência contra mulher a partir do momento em que ela passa a ter um espaço formal de denúncia.

Desde 1985*, quando foi instituída a primeira DEAM, as delegacias atendem as mulheres que denunciam maus-tratos e violência doméstica ou sexual. Hoje, existem 395 DEAMs, sendo 121 só em São Paulo.

Já os Centros de Referência de Atendimento Exclusivo para Mulheres só aparecem em 13 estados. E 15 possuem “casas-abrigos” que acolhem mulheres em situação de violência doméstica ou familiar. A maioria está localizada na região Norte e nenhuma foi encontrada na região Sul.

Em relação aos presídios, a pesquisa revela que os exclusivamente femininos estão presentes na maioria dos estados (92,6%), com exceção de Acre e Goiás. No total, 8.613 mulheres encontram-se presas em regime fechado em 83 presídios.

A estrutura de atendimento e apoio exclusivo às mulheres visando combater a violência e abuso que sofrem foi um dos temas investigados pela Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (ESTADIC) 2012, divulgada pelo IBGE, e que também traz informações sobre direitos e recursos humanos, assistência social, segurança alimentar, entre outras, fornecidas pelos órgãos estaduais e Distrito Federal.

Para saber mais sobre a ESTADIC, clique aqui.

* Fonte: http://www.sepm.gov.br/publicacoes-teste/publicacoes/2006/normas-deams.pdf

(março/2013)

Novo Papa

Ele não é brasileiro mas vem da América Latina, continente com maior número de católicos no mundo (72% da população católica vivia em países da América Latina e Caribe em 2010)*. O novo papa chama-se Jorge Mario Bergoglio e nasceu na Argentina. Agora eleito, ele escolheu ser chamado de “Papa Francisco”.

Assim como o país vizinho, com 76,8% de católicos*, o Brasil se destaca pelo grande número de seguidores da religião, 123.280.172 pessoas, de acordo com o Censo 2010. Número que vem diminuindo ao longo dos anos devido ao crescimento das igrejas evangélicas. Confira na tabela abaixo, a distribuição das religiões no Brasil de acordo com os três últimos censos:

Distribuição percentual da população residente, por religião – Brasil – 1991/2010
Religiões 1991 (%) 2000 (%) 2010 (%)
Católica apostólica romana 83,0 73,6 64,6
Evangélicas 9,0 15,4 22,2
Espíritas 1,1 1,3 2,0
Umbanda e Candomblé 0,4 0,3 0,3
Outras religiosidades 1,4 1,8 2,7
Sem religião 4,7 7,4 8,0

* Fonte: Pew Research Center
(http://www.pewforum.org/Christian/Catholic/The-Global-Catholic-Population.aspx#mostnow)

(março/2013)

60 anos da ENCE

Você sabia que a Escola Nacional de Ciências Estatísticas - ENCE – foi a primeira faculdade de estatística criada no Brasil? Fundada em 6 de março de 1953, há 60 anos a escola forma estatísticos, além de oferecer dois cursos em nível de pós-graduação: Especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território e Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais.

Referência na área, a ENCE é muito procurada por estudantes que querem ingressar na carreira de estatística. O número de inscritos no último processo seletivo, com início em 2013, foi 38% maior que na seleção de 2011 para início em 2012. O ingresso é feito através do Sistema de Seleção Unificado que utiliza as notas do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio –, sendo 120 vagas oferecidas por ano (60 por semestre).

A escola está localizada no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro, na rua André Cavalcanti, 106.

Saiba mais em: http://www.ence.ibge.gov.br

(março/2013)

Mais gente no mercado de trabalho

Em 2012, 11,3 milhões de trabalhadores tinham emprego com carteira de trabalho assinada. O percentual desses trabalhadores em relação à população ocupada, ou seja, grupo de pessoas que, num determinado período, trabalharam ou tinham trabalho (estavam de férias ou licença médica, por exemplo) passou de 48,5% em 2011 para 49,12% em 2012. E a população ocupada em 2012 foi de 23 milhões, 500 mil a mais que em 2011.

Em relação à população com 50 anos ou mais, 22,5% faziam parte da população ocupada em 2012, contra 22% em 2011 e 16,7% em 2003.

Essas informações fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego – PME, divulgada pelo IBGE, que levanta informações sobre mão-de-obra e trabalho.

A pesquisa é realizada mensalmente nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre

Tais resultados sobre a PME estão na Retrospectiva do Mercado de Trabalho 2003-2012 que pode ser consultada na página:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/retrospectiva2003_2012.pdf

(Fevereiro/2013)

Hora de ir para escola

Você sabia que de 2000 para 2010 houve um expressivo aumento na freqüência à creche ou escola de crianças até 5 anos de idade? De acordo com os resultados da amostra do Censo 2010, no grupo de 0 a 3 anos, o crescimento foi de 9,4% para 23,5%. E no grupo de 4 ou 5 anos, 51,4% das crianças estavam freqüentando a escola em 2000 e 80,1% em 2010.

Em relação às idades entre 6 e 14 anos, 96,7% frequentavam escola em 2010; 1,3% nunca frequentou escola ou creche, e 2,0% não frequentavam, mas já haviam frequentado. Em 2010, 966 mil crianças e adolescentes desse grupo estavam, portanto, fora da escola. A região com o pior desempenho foi a Norte. Lá, 6,1% não freqüentaram a escola nesse ano. Já a região sul apresentou o melhor resultado: apenas 2,5% de 6 a 14 anos não foram para a escola.

Pela Lei nº 9.394, a creche deve ser oferecida às crianças de até 3 anos de idade e as crianças de 4 ou 5 anos devem freqüentar a pré-escola. Esse período de 0 a 5 anos é conhecido como Educação Infantil. Já o ensino fundamental começa aos 6 anos e tem duração de 9 anos, ou seja, a criança deveria cursar a última série aos 14 anos de idade.

Veja mais sobre educação na publicação Censo Demográfico 2010: Educação e deslocamento disponível no link abaixo:
www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/default_resultados_amostra.shtm

(Janeiro/2013)

Estudando longe de casa

Têm pessoas que estudam ao lado de casa, por isso vão a pé. Já outras precisam pegar uma condução mas o estabelecimento de ensino é logo ali, no bairro ao lado. Mas tem gente que estuda muito longe de casa, em outro município até. E olha que é não é pouca gente não ! O Censo 2010 mostrou que das 59.565.188 pessoas que declararam frequentar escola ou creche, 4.301.914 (7,2%) o faziam em outro município. Desse total de pessoas, 7,6% são mulheres e 6,8% são homens.

Em relação ao deslocamento para o trabalho, o panorama é outro. O Censo 2010 mostrou que 87,2% das pessoas de 10 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência da pesquisa, trabalhavam no município onde moravam. Apenas 11,8% trabalhavam em outro município.

Para saber mais sobre estatísticas de deslocamento, veja a publicação Censo Demográfico 2010: Educação e deslocamento aqui:
www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/default_resultados_amostra.shtm

(Janeiro/2013)

Registro extemporâneo

Você já ouviu falar em registro extemporâneo? É o registro feito depois do ano de nascimento da criança, ou seja, seu nascimento não é registrado no cartório no ano de sua ocorrência e sim, depois.

Esse adiamento do registro é uma prática comum nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, mas, segundo os resultados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil - 2011 do IBGE, vem diminuindo nos últimos anos.

A pesquisa mostra que houve queda de 28,2% para 6,7% em dez anos. No Maranhão, por exemplo, o número de registros de nascimento feitos fora da época passou de 69,0% em 2001 para 16,0% em 2011. No Amazonas, a diminuição foi de 60,4% para 26,2%.

A queda é apontada como resultado de campanhas educativas que visam mostrar a importância da certidão de nascimento como documento civil. Todo ano, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) promove, por exemplo, a Campanha Nacional pela Certidão de Nascimento. Sem ela, não é possível tirar a carteira de identidade, se casar no civil, se cadastrar em programas sociais e até fazer a matrícula na escola.

É direito de todos ter em mãos o documento que prova o dia em que nascemos !

(Janeiro/2013)

Municípios novos

O Brasil ganhou 5 municípios novos no dia 1º de janeiro de 2013. São eles: Pescaria Brava e Balneário Rincão, em Santa Catarina; Mojuí dos Campos, no Pará; Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul e Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul.

Pescaria Brava e Balneário Rincão foram desmembrados de Içara. Mojuí dos Campos saiu de Santarém. Pinto Bandeira era distrito em Bento Gonçalves. E Paraíso das Águas foi separado de Costa Rica, Águas Claras e Chapadão do Sul.

Com a nova aquisição, o Brasil passou a ter 5.570 municípios.

(Janeiro/2013)

Lugar de criança é na escola

Casais brasileiros se divorciaram mais

Extração Vegetal e Silvicultura

Você sabia que o IBGE realiza anualmente uma pesquisa com o objetivo de investigar produtos do extrativismo vegetal e da silvicultura em todos os municípios brasileiros? A mais recente foi realizada em 2011, que foi definido pela ONU como o Ano Internacional das Florestas.

Talvez você não tenha encontrado dificuldades na parte da “extração vegetal”, que trata da exploração dos recursos vegetais nativos, como por exemplo, o látex para confecção de borracha, o açaí e a castanha-do-pará . Mas o que seria “silvicultura”? É a atividade que se ocupa do desenvolvimento e da reprodução de florestas, para diversos usos como: produção de madeira, de carvão etc., além da proteção ambiental.

A produção florestal brasileira somou R$ 18,1 bilhões em 2011. Desses, 72,6% correspondem à silvicultura, onde a participação maior nesse percentual vem do Sul e do Sudeste, e 27,4% são referentes à extração vegetal, onde o Norte e o Nordeste se destacam. Esses dados são da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura – PEVS – 2011.

Para saber mais, acesse aqui.

As divisões do Produto Interno Bruto brasileiro

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todas as riquezas (bens e serviços) produzidas numa determinada região (país, estado ou município, por exemplo), durante um período determinado (mês, trimestre, ano etc.).

Você sabia que apenas oito unidades da federação concentram 77,8% do PIB brasileiro? Foi isso o que a Pesquisa de Contas Regionais do Brasil 2010 revelou. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Distrito Federal são os responsáveis por isso. As demais unidades da federação respondem por 22,2% do PIB nacional.

A pesquisa também mostra que o Distrito Federal teve o maior PIB per capita em 2010 (R$ 58.489,46). E o Maranhão aparece como o estado de menor PIB per capita (R$ 6.888,60). O PIB per capita é a soma de todas as riquezas que uma região produz, dividida pelo seu número de habitantes.

Quer saber mais sobre isso e outros detalhes do PIB? Então clique aqui.

Por dentro dos domicílios

Você sabia que em 2011, 69,4% dos domicílios urbanos brasileiros declararam ter acesso simultâneo a saneamento básico, como abastecimento de água por rede geral, tratamento de esgoto e coleta de lixo, e iluminação elétrica, frente a 67,1% em 2001? O Amapá e Rondônia eram os estados com menos acesso a esses serviços em 2011. No primeiro, apenas 4,1% dos 158 mil domicílios e no segundo, 4,9% dos 368 mil domicílios afirmaram ter acesso.

Para saber mais sobre essas e outras informações da Síntese de Indicadores Sociais 2012, clique aqui.

Violência contra mulher

Até o primeiro semestre de 2012, foram feitos 47.555 registros de atendimento na Central de Atendimento à Mulher. Durante todo o ano de 2011, foram 74.984 registros, bem inferior aos 108.491 de 2010. O tipo de registro que aparece em maior número é para relatar violência física contra a mulher que pode variar de lesão corporal leve, grave ou gravíssima, tentativa de homicídio e homicídio consumado. Foram 63.838 em 2010, 45.953 em 2011 e 26.939 até julho de 2012.

Casos de violência sexual como estupro, exploração sexual e assédio no trabalho aparecem em 5º lugar com 2.318 casos em 2010, 1.298 em 2011 e 915 este ano.

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço de atendimento telefônico que recebe denúncias de maus-tratos contra as mulheres oferecido pela a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. Para entrar em contato com a central, basta ligar gratuitamente para 180 de qualquer telefone (móvel ou fixo, particular ou público). O serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive durante os finais de semana e feriados.

clique aqui para saber mais sobre os indicadores pesquisados na Síntese de Indicadores Sociais 2012.

(Novembro/2012)

Mortalidade no Brasil

De acordo com as Tábuas de mortalidade de 2011, estudo produzido pelo IBGE, a esperança de vida ao nascer para a população brasileira chegou a 74 anos e 29 dias para ambos os sexos. Se compararmos a 2000, ganhamos 3 anos, 7 meses e 24 dias de vida. E se observarmos a esperança de vida ao nascer por sexo, em 2011, veremos que as mulheres estão em mais vantagem que os homens. Um recém-nascido do sexo masculino esperaria viver 70,6 anos, ao passo que as mulheres viveriam 77,7 anos.

Para saber mais, clique aqui

(Novembro/2012)

Brasil com alguns quilômetros a mais

A área territorial do Brasil mudou. Mudou pouquinho, mas mudou. Hoje a nova medida é: 8.515.767,049 km², o que significa um aumento de 0,01% em relação à medida vigente desde 2002 (8.514.876,599 km²). A obtenção do novo valor é resultado da evolução tecnológica que traz melhorias nas técnicas de medição e maior precisão.

Curiosidade: a primeira estimativa oficial para a extensão do território brasileiro data de 1889, com o valor de 8.337.218 km2 obtido a partir de medições e cálculos efetuados sobre as folhas básicas da Carta do Império do Brasil, publicada em 1883. Na Carta do Império, o país tinha menos 178 mil km2em relação à área atual.

Para saber mais, clique aqui

(Novembro/2012)

Uma análise das condições de vida da população brasileira

Você sabia que estamos vivendo mais? A publicação do IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2012, revelou que, no período de 2001 a 2011, o número de idosos a partir de 60 anos passou de 15,5 milhões para 22,4 milhões. Os idosos com mais de 80 anos representam 1,7% da população total em 2011, correspondendo a pouco mais que três milhões de pessoas. E a maioria da população idosa de 60 anos ou mais é composta por mulheres: 55,7% do total.

A Síntese também mostra como está a saúde da criança. O baixo peso ao nascer, por exemplo, é considerado um fator de risco pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Do total de 2,8 milhões de nascimentos em 2009, 8,4% (242 mil) bebês nasceram com baixo peso, o que significa com menos que 2.500 gramas.

O acesso aos serviços de saneamento básico também é considerado um fator importante para a saúde e desenvolvimento da criança. Se onde ela mora não havia abastecimeno de água, tratamento de esgoto ou coleta de lixo, sua saúde poderia estar em risco. Em 2011, 48,5% das crianças de até 14 anos de idade, ou seja, 21,9 milhões, moravam em domicílios em que pelo menos um desses serviços não era adequado, aumentando a exposição a doenças.

Em relação à educação, o abandono escolar precoce, ou seja, proporção de jovens que não havia completado o ensino médio ou não estava estudando na época em que foi realizada a pesquisa, é preocupante. Essa taxa é de 32,2%, quase quatro vezes mais que outros países, e sua incidência é maior entre os homens.

Já o índice de analfabetismo melhorou. Observa-se queda entre os jovens de 15 a 24 anos, cuja taxa passou de 4,2% em 2001 para 1,5% em 2011. A redução também foi alta no grupo de pessoas com 25 a 29 anos, passando de 11,5% para 7% no mesmo período.

(Novembro/2012)

O empreendedorismo das gazelas e de outras empresas de alto crescimento

Você sabia que as Empresas de Alto Crescimento (EAC) geraram mais da metade dos novos empregos criados no Brasil no período de 2007 a 2010? As chamadas EAC são aquelas que, por um período de três anos, aumentam em 20% ao ano o número de empregados. Em 2010, foram identificadas 33.320 empresas que ocuparam 5 milhões de pessoas e pagaram R$ 88 bilhões em salários e outras remunerações. Neste grupo, ainda existem as EAC orgânico que, por sua vez, têm o aumento de pessoal ocupado através de contratações e não por fusões ou incorporações de outras empresas. A maioria das EAC orgânico estão localizadas nas regiões Sudeste e Sul.

Existem ainda as empresas “gazelas”, que são também de alto crescimento, mas muito jovens, com até cinco anos de idade, que crescem bastante e de forma rápida. Uma curiosidade entre as gazelas é que elas contam com a maior participação de mulheres em seu quadro de funcionários.

Esses dados foram revelados pelo estudo Estatística de Empreendedorismo 2010, realizado em parceria entre o IBGE e o Instituto Empreender Endeavor Brasil.

Para conhecer mais informações sobre a pesquisa, acesse: www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/empreendedorismo/default.shtm

(Novembro/2012)

Levantamento das informações municipais

Sobre coleta seletiva de lixo, 1.796 municípios possuíam programa ou projeto em atividade, sendo a região Sul com maior número de municípios com ações nesse sentido (55,8% ou 663).

A coleta seletiva também é mais freqüente nas grandes cidades: 68,2% (193) dos municípios com mais de 100 mil habitantes afirmaram ter um programa para executá-la.

E se estamos falando de estabelecimentos de saúde, 40,4% (2.246) municípios possuíam pelo menos uma maternidade e 64,8% (3.605), unidade de emergência.

Essas são algumas das informações levantadas no Perfil dos Municípios Brasileiros – MUNIC – 2011, divulgado pelo IBGE. A pesquisa avaliou 5565 municípios e levantou dados sobre a situação de cada município em relação à educação, saúde, habitação, direitos humanos, saneamento básico, além de recursos humanos na administração municipal e articulação entre as instituições.

(Novembro/2012)

Pesquisa mostra evolução da agricultura no país

Você sabia que o valor da produção agrícola no Brasil alcançou R$ 195,6 bilhões, o que corresponde um crescimento de 27,1% em relação a 2010? Essa boa notícia é um dos resultados da pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) 2011, divulgada em outubro pelo IBGE. Se olharmos os resultados por município, a população de Sorriso (MT) deve estar rindo à toa. A cidade matogrossense é a que apresenta o maior valor de produção, gerando R$ 1,9 bilhão, mais que o dobro (105,4%) se comparado a 2010.

Em relação a plantio, a área plantada ultrapassou 68,1 milhões de hectares, 2,8 milhões de hectares a mais que em 2010. Mais informações sobre a PAM 2011 podem ser acessadas aqui.

(Novembro/2012)

Debaixo do mesmo teto

Mais de um terço dos casamentos que acontecem no Brasil não são civis e nem religiosos. As chamadas "uniões consensuais" - casamentos onde as pessoas vivem juntas no mesmo domicílio com ou sem registro de união estável em cartório - aumentaram nos últimos dez anos, segundo o Censo 2010. Hoje, 36,4% dos brasileiros vivem em uma união consensual, mais frequente entre pessoas com até 39 anos de idade e entre grupos com rendimentos financeiros menores, contra 28,6% em 2000.

Ao mesmo tempo, o Censo 2010 também registrou uma queda no número de pessoas casadas no civil e religioso: de 49,4% em 2000 para 42,9% em 2010.

(Outubro/2012)

Quando o assunto é casamento...

Elas querem é casar ! Já os homens...Segundo os dados do Censo 2010, os homens se casam mais tarde, com 25,9 anos. E isso não é de hoje pois em 2000, a média de idade era de 25,8 anos. Diferente das mulheres que dizem o "sim" quando são mais novas. Em 2000, a idade média era de 22,7 anos, aumentando para 23,0 em 2010. E se olharmos a Região Sudeste, os homens ainda demoram mais um pouquinho para subir ao altar, com 26,7 anos, e as mulheres, com 23,8 anos, em média. A idade média para união no país é 24,4 anos.

(Outubro/2012)

Fecundidade no Brasil

Você sabia que nos últimos dez anos diminuiu o número de filhos que uma mulher tem no Brasil? E que quanto maior o nível de instrução, menos filhos ela têm? Os dados do Censo 2010 revelam que a taxa de fecundidade feminina baixou de 2,38 em 2000 para 1,90 em 2010. As mulheres sem instrução ou ensino fundamental incompleto têm cerca de 3 filhos. Bem diferente das que têm ensino superior completo, cuja taxa de fecundidade é 1,1 filho. E se a mulher tem alto nível de instrução, ela engravida mais tarde. As mulheres com ensino superior completo têm seus filhos, em média, 5,5 anos depois do que as sem instrução e com ensino fundamental incompleto.

(Outubro/2012)

O Brasil tem 896,9 mil índios

Segundo o Censo 2010, do total de 896,9 mil índios, 63,8% residia na área rural e 36,2% na área urbana. Pela primeira vez o Censo investigou a quais etnias esses indígenas pertencem, ou seja, a quais comunidades definidas por afinidades linguística, cultural e social. Foram encontradas 305 etnias, sendo a maior a Tikúna, que representa 6,8% da população de índios. Também foram identificadas 274 línguas indígenas, sendo que do total de indígenas com 5 anos ou mais de idade, 37,4% declaram falar uma dessas línguas. Clique aqui para saber mais.

(Outubro/2012)

Nova lei de acesso à informação

Se você navega pelos sites das instituições públicas brasileiras, já deve ter notado que eles oferecem um novo serviço denominado “Serviço de Informações ao Cidadão (SIC)”. Levando em consideração que todo país de regime democrático deve ser transparente e prestar informações para os cidadãos, o SIC foi criado a partir da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011), e dá direito a qualquer cidadão solicitar acesso às informações públicas, já que toda informação produzida pelo setor público deve estar disponível para a sociedade, exceto aquelas protegidas por lei.

No IBGE, o serviço é disponibilizado por meio de atendimento ao público no município do Rio de Janeiro (RJ), na Av. Franklin Roosevelt, 166, térreo, Centro. Também está disponível via internet pelo endereço http://www.acessoainformacao.gov.br/sistema, através do telefone 0800-721-8181 e por correspondência para o endereço do SIC no Rio de Janeiro.

Se você quer saber mais sobre a Lei de Acesso à Informação, clique aqui.

E sobre o SIC do IBGE, basta clicar aqui.

(Outubro/2012)

Mais microcomputadores, internet e celular

Você sabia que aumentou o número de microcomputadores, acesso à internet e celulares no Brasil? De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2011, de 2009 para 2011, houve um crescimento de 39,8% de microcomputadores com acesso à internet; 29,7% de microcomputadores sem acesso à internet e 26,6% de telefone celular.

Em 2011, 69,1% da população de 10 anos ou mais de idade tinham celular para uso pessoal. Mas o maior percentual de pessoas com celular tinha entre 25 e 29 anos (83,1%).

Os jovens também acessam mais a internet. Também em 2011, 77,7 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade declararam ter usado a internet nos três meses anteriores à data da entrevista da pesquisa, um aumento de 14,7% em relação a 2009. A faixa etária que menos acessou a internet no período pesquisado foi a de pessoas com 50 anos ou mais idade, apenas 18,4%.

Para saber mais sobre a pesquisa, clique aqui.

(Outubro/2012)

Mulheres ganham menos que os homens

As mulheres são a maioria no Brasil, mas continuam ganhando menos que os homens quando o assunto é dinheiro. É o que o diz o estudo Mulher no mercado de trabalho: perguntas e respostas, produzido pelo IBGE. Ele revela que o rendimento das mulheres continuou inferior ao dos homens. Em 2011, elas recebiam, em média, 72,3% do salário masculino.

Apesar das diferenças quando o assunto é rendimento, a presença da mulher no mercado de trabalho está aumentando. Se em 2003, a proporção de homens com carteira assinada no setor privado era de 62,3%, e a das mulheres era de 37,7%, no ano passado, essas proporções foram de 59,6% e de 40,4%, fazendo com que essa diferença diminuísse para 19,1 pontos percentuais. E o maior crescimento de participação feminina foi observado no emprego sem carteira assinada no setor privado, que aumentou de 36,5% em 2003 para 40,5% em 2011.

Estas e outras informações sobre a mulher no mercado de trabalho estão na publicação completa, que pode ser acessada aqui.

(Outubro/2012)

Menos pessoas por dormitório, mais bem-estar

No Censo 2010, todos os domicílios brasileiros foram visitados pelos recenseadores, para coletar informações sobre quem somos, quanto somos, onde estamos e como vivemos. Com as respostas obtidas, está sendo possível avaliar e qualificar o bem-estar social da população do País. O número de moradores por dormitório, por exemplo, é um indicador clássico de bem-estar. Considera-se uma ocupação adequada quando existem até dois moradores por dormitório nos domicílios. Nos três últimos Censos Demográficos, observa-se uma melhoria significativa e nesse aspecto. No Brasil, houve um aumento de domicílios com ocupação adequada por dormitório de 62,9%, em 1991, para 81,9% dos domícilios em 2010. Tal melhoria foi alcançada em todas as Grandes Regiões do País.

Para saber mais sobre esse tema, conheça os resultados disponíveis em Censo Demográfico 2010:
Famílias e Domicílios: resultados da amostra.

(Outubro/2012)

IBGE cria site para professores

Um novidade para os alunos contarem para os professores: está no ar o Vamos Contar, um site totalmente dedicado aos educadores. Nele, os professores encontram sugestões de atividades para desenvolverem em sala de aula, sempre a partir de informações sobre o Brasil produzidas pelo IBGE. Também podem acessar mapas, materiais audiovisuais e jogos, além de participar do blog do professor, um espaço para eles contarem como utilizaram os conteúdos disponíveis no site. Então, vamos contar essa novidade na escola? O endereço do site é: http://vamoscontar.ibge.gov.br/

(Outubro/2012)

Brasil em Números

Publicação anual do IBGE em versão bilíngue (português e inglês), Brasil em números é um grande painel do país com dados sobre o território nacional, características demográficas e socioeconômicas da população, entre muitas outras informações importantes e interessantes, apresentadas em forma de gráficos e tabelas que permitem traçar uma síntese da realidade brasileira em seus múltiplos aspectos.

Todas as edições contam com comentários de técnicos e pesquisadores especialistas nos temas apresentados e são ilustradas com reproduções de obras do acervo de um museu brasileiro. O volume mais recente, divulgado em setembro de 2012, traz obras de arte do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Especialmente neste ano, quando foi realizada a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, a publicação traz um encarte com um mapa temático da diversidade ambiental do Brasil, mostrando os biomas continentais presentes em nosso território.

Brasil em Númerosé uma referência de qualidade para as suas pesquisas escolares e também para os seus estudos em geral. Para fazer o download, clique aqui.

(Outubro/2012)

Classes mais baixas com renda maior

De 2009 a 2011, o rendimento médio mensal do trabalho do brasileiro cresceu 8,3%.

É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2011, que foi divulgada pelo IBGE no mês de setembro. A pesquisa revelou, também, um dado muito importante sobre a realidade brasileira: na divisão por faixas de rendimento, o maior aumento na renda do trabalho (29,2%) foi observado, justamente, entre os 10% de brasileiros mais pobres, isto é, aqueles que possuem rendimentos entre R$ 144,00 e R$ 186,00. Esse dado mostra que a distribuição de renda no Brasil tem evoluído, beneficiando o conjunto da população.

A PNAD é uma pesquisa tradicional do IBGE que investiga anualmente, de forma permanente, características gerais da população brasileira, de educação, trabalho, rendimento e habitação, além de outros temas. Saiba mais.

(Outubro/2012)

Mais estudos, mais viagens

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), uma das mais importantes do IBGE, constatou que o aumento da escolaridade está relacionado ao gasto maior em viagens.

Na pesquisa, que visitou cerca de 60 mil domicílios urbanos e rurais, entre maio de 2008 e maio de 2009, o IBGE observou que as famílias cujo nível de escolaridade da pessoa de referência* era de pelo menos o nível médio, ainda que incompleto, a estimativa de despesa média mensal familiar com viagens foi quase quatro vezes maior que a média nacional.

Ao se analisar o motivo das viagens, a pesquisa observou que em primeiro lugar estão as viagens de lazer, seguido por visita a parentes e amigos.

Esses resultados mostram, portanto, a importância do estudo para a melhoria geral das condições de vida, incluindo viagens e passeios, certo? Se você quer saber mais sobre essa pesquisa do IBGE, clique aqui.

*a pessoa de referência é aquela que, no domicílio, responde o questionário da pesquisa.

(Outubro/2012)

Reforma Ortográfica

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, 16/12/1990, aprovado no Brasil pelo Decreto Legislativo no 54, 18/04/1995, com assinatura do presidente Lula em 29/09/08, podendo sofrer pequenos ajustes até dez/2012.

A reforma é ortográfica refere-se à grafia das palavras. A pronúncia, crase, concordância, regência continuam como antes.

O que muda?

- Alfabeto: O alfabeto passa a ter 26 letras, pois foram acrescentadas as letras k, w e y.

Obs.: Na verdade, essas letras já estavam presentes em nosso cotidiano, por exemplo: nos nomes estrangeiros e seus derivados (Willian, Kaiser, darwinismo, show, playboy, etc), assim como nos símbolos das unidades de medida( Km, Kg, etc.).

- Trema: Totalmente abolido de nosso idioma. Permanece, apenas, nos nomes próprios e seus derivados.

Ex.: tranquilo, pinguim, cinquenta Müller, mülleriano.

- Acentuação:

• Foi abolido o acento dos ditongos abertos ei e oi das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).

Ex.: colmeia, ideia, epopeia, plateia, apoia (verbo apoiar), boia, joia, jiboia, etc.

Obs.: Essa regra diz respeito às paroxítonas. No caso das oxítonas, aquelas em que a última sílaba é tônica, as terminações éis, ói e óis permanecem acentuadas.

Ex.: pastéis, papéis, herói, lençóis, etc.

• Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento agudo no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.

Ex.: baiuca, feiura, etc.

Obs.: Essa regra é para as paroxítonas. No caso das oxítonas, o acento permanece.

Ex.: tuiuiú, Piauí, etc.

• Os hiatos homogêneos (ee, oo) perderam seus acentos:

Ex.: abençoo, voo, zoo, veem, leem, etc.

• O acento diferencial dos pares homógrafos foi abolido.

Ex.: para (verbo) / para (preposição) ; pelo (verbo) / pelo (substantivo) ; polo (por + lo) / polo (substantivo).

Obs.: Constituem exceção os pares pôde/pode, pôr/por, bem como o plural das formas verbais de ter (tem/têm), vir (vem/vêm) e seus derivados.

• Não mais se assinala com acento agudo o u tônico dos grupos gue, gui, que, qui. Assim, escrevemos atualmente: averigue, argui, oblique, etc.

Obs.: Quanto à conjugação de verbos como aguar, apaziguar, averiguar e similares, admite-se dupla possibilidade de grafia: águo/aguo, apazíguo/apaziguo, averiguo/averiguo.

- Hífen

Exigem hífen sempre:

• Prefixos seguidos de h.

Ex.: anti-higiênico, super-homem, micro-história, sobre-humano, etc.

Obs.: exceto subumano.

• Além, aquém, ex, pós, pré, pró, recém, sem, vice, etc.

Ex.: além-mar, aquém-muros, ex-presidente, pós-graduação, pré-primário, pró-reitor, recém-chegado, sem-terra, vice-presidente.

• Os prefixos terminados em vogal, seguidos por palavra começada pela mesma vogal.

Ex.: anti-inflamatório, auto-observação, contra-ataque, micro-ondas.

Obs.: exceto com o prefixo co, por exemplo, coordenador.

• Prefixo terminado por consoante seguido de palavra iniciada pela mesma consoante.

Ex.: hiper-rico, inter-racial, sub-bloco, super-resistente, super-romântico.

• Sub exige hífen com palavra iniciada por r.

Ex.: sub-raça, sub-região.

•Os sufixos de origem tupi-guarani: Açu, guaçu e mirim exigem hífen.

Ex.: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

Obs.: Nos prefixos terminados em vogal que se juntam a palavras começadas por r ou s duplicam-se o r e o s para manter a pronúncia.

Ex.: antirrábico, antirrugas, antissocial, biorritmo, contrassenso, infrassom, microssistema, minissaia, ultrassom, ultrarrigoroso, neossocialismo, etc.

20 de novembro, data maior da negritude brasileira

Graças ao renascimento dos movimentos negros a partir da década de 70, o centenário da abolição em 1988 representou um momento de reflexão crítica, e não mais uma celebração ufanista.

"Eles [os movimentos negros a partir da década de 70] conseguiram emplacar como a data maior da negritude brasileira, não a data da Lei Áurea, mas a da morte de Zumbi, o líder do quilombo dos Palmares. O 20 de Novembro ressignificou o calendário nacional, ganhando adeptos além das hostes negras. Por outro lado, no curso de uma geração, pode-se perceber um importante movimento de descolonização das mentes dos negros, que hoje assumem com mais orgulho sua cor e suas origens”.

"(...) Se o Brasil aprendeu a não ter vergonha do lado negro de sua cultura, se o samba virou símbolo de identidade nacional, não aconteceu, em paralelo, um esforço do País em promover social e economicamente seus cidadãos negros e mestiços. Repetidas avaliações dos indicadores sociais demonstram que pretos e pardos — as categorias que o censo identifica como afro-descendentes — estão defasados em relação aos brancos nos índices de distribuição de renda, emprego, educação e saúde.”

"O racismo, então, permanece um fenômeno arraigado na sociedade brasileira. (...) A imensa maioria negra permanece "em seu lugar". São raros os rostos negros nos altos escalões do poder político e econômico. (...) Nos poderes executivos, a situação é ainda mais crítica."

"Não é que não tenhamos experimentado progresso. O problema é que os negros têm progredido menos. Têm hoje mais escolaridade do que há 30 anos, mas continuam tendo menos que os brancos. Alcançaram posições mais altas na estrutura de trabalho, mas ganham menos do que os brancos em ocupações semelhantes".

"O discurso e o fenômeno da miscigenação não resolveu o problema racial brasileiro, e em grande medida até mascarou-o e, de alguma forma, agravou-o. (...) Talvez o dilema da nova era seja o de buscar o ponto em que mestiçagem e negritude se encontram para constituir uma força capaz de mudar a história. Temos potencial para isso no País, porque as relações entre negros, mestiços e brancos ainda não alcançaram um nível de conflito insuportável. Mas não há tempo a perder."

Este texto foi extraído do livro Brasil: 500 anos de povoamento /IBGE, 4° capítulo "A presença negra: encontros e conflitos" de João José Reis.

A publicação Brasil: 500 anos de povoamento oferece diversos elementos que permitem um melhor entendimento do verdadeiro "caldeirão étnico" que é o Brasil. Assim, partindo do processo de construção do território nacional, são examinados aspectos da história dos três grandes "povos" definidores da nossa Nação, a saber, os indíge-nas, portugueses e negros. A eles se juntaram, com o passar dos séculos, espanhóis, judeus, alemães, italianos, árabes e japoneses. Todos eles, e mais aqueles não incluídos na presente coletânea, imprimiram – e ainda imprimem – sua marca na formação de uma identidade nacional caracterizada, mais que por quaisquer outros elementos, pela unidade lingüística e integridade territorial.

(19/11/2007)

Embarque nessa!

Com o Atlas Geográfico Escolar Multimídia você estuda geografia de um jeito bem divertido. Em uma nova edição, ainda mais caprichada e com informações atualizadas, ele traz o Brasil e o mundo para bem perto de você. Tudo isso em uma linguagem acessível e com a utilização de muitos recursos visuais para ajudar na compreensão dos conteúdos.

No link com os mapas políticos você pode acessar imagens de cidades brasileiras e flashes de vídeo com informações sobre a população das capitais. Você também pode navegar pelos mapas e conhecer suas referências geográficas. Para ajudar nos seus trabalhos escolares, o Atlas disponibiliza mapas em PDF de todos os estados brasileiros para você imprimir. E, para te deixar com a cabeça na lua, a nova edição traz um capítulo especial sobre a ida do homem ao espaço, com destaque para o primeiro astronauta brasileiro.

Clique aqui e acesse.

(31/08/2007)

Conheça as novas altitudes dos pontos culminantes brasileiros

O IBGE concluiu, em junho deste ano, novas medições de sete pontos culminantes (mais altos) brasileiros, em parceria com o Instituto Militar de Engenharia (IME). O trabalho teve como principal objetivo rever as altitudes dos pontos mais elevados do País, utilizando recursos mais modernos e novas tecnologias, como o GPS (Sistema de Posicionamento Global) - sistema de navegação e posicionamento por satélite. A missão do IBGE nesta campanha, da qual participaram um técnico especializado em Geodésia e dois engenheiros-cartógrafos, além dos militares responsáveis pela logística, foi retratar com precisão o território brasileiro.

Localizam-se no estado do Amazonas o primeiro e o segundo maiores pontos culminantes: Pico da Neblina e Pico 31 de Março. Na terceira colocação, está o Pico da Bandeira, situado no Espírito Santo. Em Minas Gerais, localiza-se o quarto maior ponto culminante, o Pico da Pedra da Mina. O pico das Agulhas Negras está situado no Rio de Janeiro e ocupa a quinta posição. O sexto maior ponto, o Pico do Cristal, encontra-se no estado de Minas Gerais. Na sétima colocação, está o Monte Roraima, que se situa no estado de Roraima.

Após as novas medições, a suspeita, que já existia, pôde agora ser confirmada pelo IBGE: o Pico da Pedra da Mina, localizado no município de Passa-Quatro, Minas Gerais, é mais elevado do que o Pico das Agulhas Negras, pertencente a Itatiaia, no Rio de Janeiro. Antes de 2004, a última medição dos pontos culminantes havia sido feita na década de sessenta pelo Ministério das Relações Exteriores, através da Primeira Comissão Demarcadora de Limites. Naquela época, utilizou-se o barômetro, instrumento criado no século XVII para indicar a pressão atmosférica, a altitude e prováveis mudanças do tempo.

Jovens, estudo e trabalho

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, entre 1993 e 2003, aumentou de 40,7% para 60,9% o número de adolescentes entre 15 e 17 anos de idade que tinham o estudo como atividade exclusiva. Porém, nas faixas etárias seguintes a vantagem de somente estudar ainda é uma realidade para poucos. Assim, 30,4% dos jovens de 18 e 19 anos de idade e 11,7% dos que têm entre 20 e 24 anos apenas estudam.

Com isso, mais da metade dos jovens entre 15 e 24 anos ocupavam um posto no mercado de trabalho em 2003. Veja a tabela abaixo:

Jovens de 15 a 24 anos de idade segundo
a condição de atividade - 2003
  15 e 17 anos 18 e 19 anos 20 a 24 anos
Só estuda 60,9 30,4 11,7
Trabalha e estuda 21,4 21,3 15,1
Só trabalha 7,7 26,9 47,7
Afazeres domésticos 7,0 16,3 20,6
Não realiza nenhuma atividade 2,9 5,1 4,9

Desperdício na safra de grãos

Entre 1996 e 2002 o Brasil deixou de colher 28 milhões de toneladas de arroz, feijão, milho, soja e trigo por causa de perdas ocorridas na semeadura, colheita, transporte e estocagem dos grãos. A informação faz parte da publicação Indicadores Agropecuários 1996-2003, lançada no dia 15 de março de 2005 pelo IBGE.

O estudo apresenta análises sobre as perdas dos principais grãos cultivados no país desde a semeadura até a colheita, além de informações sobre a origem e o destino destes grãos. A pesquisa também trata da disponibilidade interna per capita de carboidratos, lipídios e proteínas obtidos do arroz beneficiado, farinha de trigo e feijão.

Entre 1996 e 2002, o país perdeu 10% da safra de grãos

No plantio, muitos grãos são perdidos em função de fatores como clima (excesso de chuva, por exemplo) e doenças provocadas por pragas. Na colheita, máquinas mal reguladas e falhas na colheita manual também ocasionam perdas. E na etapa de armazenamento, a estocagem inadequada prejudica a qualidade dos grãos e, mais uma vez, causa desperdício.

Erros na forma de transportar a safra representam outro problema. Tudo começa na escolha do meio de transporte. No Brasil, cerca de 67% das cargas são transportadas por rodovias, forma pouco vantajosa para longas distâncias - nestes casos, o mais recomendado é a utilização de ferrovias e de hidrovias. Com isso, o péssimo estado de conservação das estradas e o fato de os caminhões carregarem uma quantidade de carga acima de sua capacidade favorecem o derrame de grãos durante o transporte.

Leia mais sobre a pesquisa aqui.

17/03/2005

Cresce número de mortes violentas de jovens

A publicação Síntese de Indicadores Sociais 2004, lançada em fevereiro pelo IBGE, revela crescimento do número de mortes de jovens associadas à violência a partir da década de 1980. O problema atinge principalmente jovens do sexo masculino com idade entre 20 e 24 anos. Segundo a publicação, eles correm um risco quatro vezes maior de morrer devido a causas externas - acidentes de trânsito, afogamentos, suicídios, homicídios, quedas acidentais etc. - que mulheres nessa mesma faixa etária.

Entre 1980 e 2003, a incidência desse tipo de morte entre jovens do sexo feminino sofreu pequena variação: indo de 18 para 22 óbitos a cada 100 mil jovens. Com o sexo masculino o quadro foi outro. No mesmo período, houve aumento de 121 para 184 óbitos a cada 100 mil. Portanto, em 2003, morriam cerca de dez vezes mais jovens do sexo masculino que do feminino.

O problema é melhor evidenciado quando vemos que em 1980 a taxa masculina de óbitos por causas externas era inferior a de mortes classificadas como naturais.

Veja o gráfico abaixo:

15/03/2005

Mulheres ganham menos

No dia 8 de março (Dia da Mulher) as brasileiras têm motivos para comemorar e, ao mesmo tempo, se preocupar. A Síntese de Indicadores Sociais 2004, lançada recentemente pelo IBGE, revelou que no Brasil apesar de as mulheres apresentarem melhores indicadores na área de educação que os homens, no mercado de trabalho elas recebem remuneração bem menor que a deles.

Mulheres se destacam na educação

No Brasil, a média de anos de estudos das mulheres é maior que a dos homens: 7 e 6,8 anos, respectivamente. E, dentre as que trabalham, essa diferença é ainda maior, pois elas apresentam um ano a mais de estudo que os homens.

As diferenças nos níveis de escolaridade entre homens e mulheres ficam ainda mais evidentes quando se separam ambas as populações em grupos de anos de estudos. Desta forma, verifica-se que os homens que trabalham estão mais presentes nos grupos de menor escolaridade (até sete anos de estudo). Já as mulheres são maioria nos grupos correspondentes ao último ano do ensino médio, curso superior e na pós-graduação. Ou seja, nos de maior escolaridade.

De forma geral, a pesquisa conclui que cerca de 55% das mulheres no mercado de trabalho possuem pelo menos o ensino fundamental, enquanto 55% dos homens ocupados não terminaram este mesmo nível de ensino.

Mercado de trabalho desigual

O melhor desempenho das brasileiras na educação nem sempre resulta em melhores salários no mercado de trabalho quando comparadas aos homens.

As estatísticas demonstram que, independente do nível de escolaridade, elas recebem menos que os homens.

Assim, mulheres com 11 anos ou mais de estudo, por exemplo, recebem 58,6% do rendimento dos homens com essa mesma escolaridade. Da mesma forma, enquanto 49% da população feminina ganha até um salário mínimo, entre os homens esse percentual não ultrapassa 32%.

E mais...

Em 2003, 2,6 milhões de mulheres moravam sozinhas, sendo que 71% delas tinham mais de 50 anos de idade.

Entre 1993 e 2003, passou de 22,3% para 28,8% o percentual de famílias que tinham uma mulher como pessoa de referência.

Segundo as Estatísticas do Registro Civil, 20% das crianças que nasceram e foram registradas em 2003 tinham mães adolescentes.

Para saber mais sobre as mulheres, consulte a Síntese de Indicadores Sociais 2004 e o Dia da Mulher no Calendário do site IBGE teen.

8/3/2005

IBGE lança Síntese de Indicadores Sociais 2004

O IBGE lançou no dia 24 de fevereiro o sexto volume da Síntese de Indicadores Sociais, um conjunto de indicadores sociais e demográficos com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2003.

Com informações desagregadas para as Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas, a Síntese abrange assuntos como aspectos demográficos, educação, trabalho e rendimento, domicílios, famílias, grupos populacionais específicos e trabalho de crianças e adolescentes.

Além dos dados atualizados, cada tema é acompanhado de comentários. A publicação traz também um CD-ROM contendo todo o conteúdo impresso, acrescido das tabelas de rendimento divulgadas nos anos de 1992 a 2003.

Clique aqui para acessar a Síntese de Indicadores Sociais 2004 através do portal do IBGE na Internet.

(1/03/2005)

Consumo de alimentos varia com o rendimento

O rendimento familiar não determina apenas a quantidade de alimentos que um domicílio consome, mas também sua qualidade, mostrou a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003, do IBGE. Alguns tipos de alimentos estão mais presentes em famílias com maior rendimento: é o caso dos pães e biscoitos, por exemplo.

Em termos de quantidade, os resultados da pesquisa apontam que o consumo do arroz cai na medida em que aumenta a renda da família. O mesmo acontece com o açúcar, cujo consumo na classe de mais alto rendimento é 50% inferior em relação à classe mais baixa.

Um importante dado nutricional apontado pela pesquisa indicou que as famílias que ganham mais tendem a consumir mais gorduras do que o percentual recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Por outro lado, consomem menos carboidratos em relação às famílias que ganham menos e também em relação ao percentual recomendado pela OMS.

Quanto às proteínas, houve variação de acordo com o rendimento, mas a proporção de calorias protéicas foi adequada em todas as classes.

Fonte: IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003.

Municípios menos populosos

Dos 5.507 municípios existentes no Brasil em 2000, 27,2% perderam população entre 1991 e 2000, e quase 40% apresentaram um ritmo de crescimento anual abaixo da média nacional de 1,6% ao ano. Nos municípios com perda populacional foram encontradas as maiores taxas de analfabetismo e de mortalidade infantil.

Essas informações podem ser encontradas na publicação "Tendências Demográficas: uma análise da amostra do Censo Demográfico 2000". O estudo analisa as tendências de crescimento ou declínio populacional no período 1991/2000, além de fazer um retrospecto dos indicadores demográficos e socioeconômicos dos municípios brasileiros.

Enquanto nos municípios com declínio de população a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 23,6%, no Brasil era de 13,6%. Da mesma forma, em 2000, nesses municípios a taxa de mortalidade infantil de 36,4 óbitos de menores de 1 ano de idade para cada 1.000 nascidos vivos era maior que a taxa nacional de 29,7 ‰.

Acesse a publicação aqui.

(18/1/2005)

Idosos no comando

No Brasil, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. E nos municípios com até 20 mil habitantes essa contribuição é significativa. Neles, 35% das pessoas com 60 anos ou mais de idade se responsabilizam por 30 a 50% do rendimento familiar.

Essa participação dos idosos pode ser explicada pelo fato de, em 2000, no Brasil, 66,8% das pessoas de 60 anos ou mais de idade estarem aposentadas e 11,2% serem pensionistas.

Essas informações fazem parte dos "Indicadores Sociais Municipais- uma análise dos resultados da amostra do Censo Demográfico 2000". A publicação também traz análises sobre aspectos demográficos, cor, educação, mercado de trabalho e domicílios, desagregadas para os 5.560 municípios brasileiros.

A pesquisa demonstrou, ainda, que a proporção de idosos aposentados era maior nos municípios de menor porte, provavelmente em decorrência da universalização dos benefícios da seguridade social ocorrida durante a década de 1990.

Clique aqui para saber mais.

(11/01/2005)

Pesquisa aponta municípios mais vulneráveis

Segundo a publicação "Indicadores Sociais Municipais- uma análise dos resultados da amostra do Censo Demográfico 2000", nos municípios menores (de 10.001 a 20.000 habitantes), quase 40% dos domicílios têm alto grau de vulnerabilidade. Essa conclusão foi baseada em um indicador que considera três aspectos socioeconômicos: rendimento domiciliar de até 1/2 salário mínimo per capita, pessoa responsável com menos de quatro anos de estudo e a presença de crianças de até 14 anos de idade.

Porém, levando-se em conta a média para o país, o percentual de domicílios com maior grau de vulnerabilidade cai para 22,1%. Isso em função da menor vulnerabilidade encontrada nos municípios mais populosos. Veja no gráfico:

Leia mais sobre a pesquisa aqui.

(11/01/2005)

Obesidade atinge mais de 40% da população brasileira

A segunda etapa de divulgação da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, mostrou que os brasileiros não estão se alimentando corretamente. Segundo a pesquisa, são 38,8 milhões de pessoas com 20 anos ou mais de idade que estão acima do peso, o que significa 40,6% da população total do país. E, dentro deste grupo, 10,5 milhões são obesos.

Além da população obesa, existem também as pessoas abaixo do peso, principalmente no Nordeste rural. Mas isto não significa que a pobreza só atinge essa camada da população, porque nem sempre estar abaixo do peso indica desnutrição. A desnutrição também pode estar presente na obesidade, quando faltam os nutrientes necessários. Muitas pessoas não fazem uma refeição saudável, substituindo-a por comidas gordurosas e frituras.

Em declaração à imprensa, o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, explicou que “a pobreza no Brasil não se manifesta através da fome, mas sim em termos de qualidade de vida e de desigualdade de rendimentos”.

A POF é realizada em uma amostra de domicílios e levanta todas as receitas e despesas do orçamento doméstico, inclusive informações detalhadas sobre alimentação – que tipo de comida cada família consome e em que quantidades. Além disso, pesa e mede a altura dos entrevistados para calcular o IMC (Índice de Massa Corporal).

24/12/04

Religião e defesa de direitos em alta

Em 2002, cerca de 26% das 276 mil Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos do Brasil eram relacionadas à religião. Parte delas se dedicavam a atividades confessionais, como ordens religiosas, templos, paróquias, centros espíritas etc. E as demais apenas tinham origem religiosa, como os colégios, faculdades e hospitais.

Em segundo lugar no ranking vinham as organizações voltadas para a promoção do desenvolvimento e defesa dos direitos - centros comunitários, associações de moradores e de defesa de grupos específicos ou de minorias. Elas quadruplicaram seu número, passando de pouco mais de 11 mil associações em 1996 para 45 mil em 2002 - o que representava uma participação de 16% no total das organizações sem fins lucrativos.

Saiba mais na publicação As Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil 2002.

(21/12/2004)

Novas altitudes dos pontos culminantes

Utilizando-se de sistemas precisos de medição, o Projeto Pontos Culminantes do IBGE já divulgou as novas altitudes de alguns dos picos mais altos do país. O Pico da Bandeira, por exemplo, atinge 2.891,9 metros, cerca de dois metros a mais do que a medição anterior, que registrou 2.889,8 metros.

Ainda na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo, o Projeto Pontos Culminantes mediu o Pico do Cristal, cuja altitude caiu de 2.780m para 2.769,7m, e mais três pontos, que ainda estão sendo estudados. Para 2005, está prevista a medição do Monte Roraima, localizado na Serra da Pacaraima, em Roraima.

(14/12/04)

1,5 milhão de empregos

Pesquisa inédita revela que as fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagam R$ 17,5 bilhões em salários e empregam 1,5 milhão de pessoas no país, cuja média da remuneração é superior à dos trabalhadores em geral, podendo, em alguns casos, ser mais que o dobro. No entanto, apenas 1% das 276 mil instituições que compõem o setor são responsáveis por quase 1 milhão desses empregos.

O estudo foi realizado pelo IBGE e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em parceria com a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG) e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE). Foram incluídas todas as organizações que são, ao mesmo tempo, voluntárias, autônomas e privadas, formadas por cidadãos que se reúnem livremente em torno de objetivos comuns.

Fonte: IBGE, As Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil 2002.

(14/12/2004)

Agricultura sustentável

Os herbicidas são os agrotóxicos mais utilizados no Brasil, principalmente no controle de ervas daninhas, seguidos dos inseticidas, fungicidas e acaricidas. É o que revela a publicação "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável - Brasil 2004", lançada pelo IBGE. Revela também que, apesar do uso massivo de agrotóxicos, os agricultores têm investido em produtos menos tóxicos nos últimos anos.

Vale lembrar que uma meta do programa de desenvolvimento sustentável para o país, traçado pela Organização das Nações Unidas – ONU, é justamente diminuir a toxidade desses produtos e utilizá-los em menor escala. Mas adotar essa última medida não é tão simples, pois os agrotóxicos são um dos principais recursos empregados no atual modelo de desenvolvimento da agricultura do país. Assim, permanece o desafio: como aumentar a produção de alimentos de forma sustentável? Isto é, como produzir mais alimentos sem poluir o meio ambiente?

Muitos são os efeitos do uso desses produtos. Por um lado, são importantes no controle de pragas, doenças e ervas daninhas nas plantações. Por outro, podem contaminar as águas, o ar e o solo, além de causar prejuízos à saúde da população (tanto dos consumidores quanto dos produtores de alimentos).

(8/12/2004)

Perigo ao volante

A Organização Mundial da Saúde – OMS considera os acidentes de trânsito como um dos maiores problemas de saúde pública do mundo. No Brasil, em 2001, morriam cerca de 18 pessoas vítimas desse tipo de acidente a cada 100 mil habitantes. Os homens eram as maiores vítimas, com 29,9 mortes contabilizadas contra 6,5 entre as mulheres. Em termos regionais, os maiores índices foram encontrados nas regiões Centro-Oeste (25,7) e Sul (23,4).

Fonte: Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004

(30/11/04)

Notícias do campo

Entre 1992 e 2000, os agricultores brasileiros passaram a empregar duas vezes mais fertilizantes em suas plantações. Maior produtividade no campo e redução da necessidade de abertura de novas áreas de plantio são algumas das conseqüências positivas da adoção dessa medida. Porém, o lado negativo dessa notícia é a agressão que essas mesmas substâncias causam ao meio ambiente.

Veja mais sobre o assunto nos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004

(30/11/04)

IBGE lança estudo sobre a produção de flores e plantas ornamentais no Brasil

O IBGE lançou este mês um estudo sobre a produção de flores e plantas ornamentais no Brasil. É um estudo inédito, que mostra que a atividade emprega, em média, duas vezes mais trabalhadores do que a agropecuária nacional.

Esse tipo de produção predomina em propriedades com menos de 10 hectares e possui grande potencial exportador. Em 2002, por exemplo, o Brasil exportou US$ 14,9 milhões relativos à produção de flores e plantas ornamentais. Pode parecer muito, mas esta quantia equivale a menos de 5% do total da produção brasileira, estimada em US$ 350 milhões.

O sucesso da produção se deve principalmente à riqueza da flora brasileira e ao custo relativamente baixo deste tipo de produção. O estudo revela que o Brasil ocupa uma posição estratégica no mercado internacional e que seu potencial de produção ainda tem muito o que ser explorado.


Veja a publicação aqui

24/11/04

Brasil é recordista em reciclagem de alumínio

Segundo os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004, do IBGE, o Brasil é o país que mais recicla latas de alumínio no mundo: em 2003, 89% da produção foi reciclada. Em 1993, esta proporção era de apenas 50%. Outro tipo de reciclagem que também cresceu foi a de papel, que aumentou de 38,8% em 93 para 43,9% em 2002.

Porém, em termos de coleta seletiva do lixo, são apenas 8,2% dos municípios brasileiros atendidos por este serviço.

23/11/04

Que tal uma praia?

Ir à praia é um hábito bastante comum no Brasil, já que temos uma enorme faixa de litoral com praias propícias para o banho. Com a chegada do verão (e das férias de verão, oba!), mais e mais pessoas tendem a buscar o litoral para se refrescar. Mas, como saber sobre a qualidade da água em que você vai nadar?

Existem órgãos do governo que divulgam a condição de banho das praias em seu estado. Por exemplo: em São Paulo, temos a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb); no Rio de Janeiro, temos a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema); em Pernambuco, a Companhia Pernambucana de Meio Ambiente; no Rio Grande do Sul, há a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luís Henrique Roessler (Fepam) e na Bahia há o Centro de Recursos Ambientais (CRA).

Na publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, o IBGE reuniu alguns desses dados para termos uma idéia da balneabilidade no Brasil, de acordo com uma amostra de três praias de cada um dos cinco estados acima, no período de 1992 a 2002 (alguns estados disponibilizam indicadores também para 2003).

Na publicação, podemos perceber que em 2002 três praias apresentaram condições totalmente próprias para banho, ou seja, 100% das amostras apresentaram menos de mil coliformes fecais por 100 ml. São elas: Porto da Barra e Stella Maris, na Bahia, e Toninhas/Ubatuba, em São Paulo. A praia mais poluída foi a do Flamengo, no Rio de Janeiro, que só apresentou 33,7% de amostras nessas condições. As outras praias se mantiveram em torno dos 95% das amostras favoráveis.

Saiba mais sobre o assunto aqui!

23/11/04

Florestas ameaçadas

Queimadas e incêndios continuam a destruir grandes áreas de nossas florestas. Segundo os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004, divulgados pelo IBGE, em 2003 foram detectados, por satélite, cerca de 213 mil focos de calor em todas as regiões do país.

Uma das principais ameaças a nossa vegetação são as queimadas para transformar mata nativa em áreas de atividades agrícolas e pastagens. Em muitos casos essas atividades são autorizadas pelo governo. Porém, é comum que as queimadas descontroladas e o uso não autorizado do fogo pelos agricultores ocasionem incêndios florestais. Em situações como essas, o fogo pode consumir áreas de vegetação nativa, pastagens e plantações.

(12/11/04)

IBGE lança os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável

Com dados atualizados, ampliados e revisados em relação à publicação de 2002, os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004 do IBGE trazem informações sociais, ambientais, econômicas e institucionais que apontam caminhos da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento do País. Mas você sabe o que é desenvolvimento sustentável?

O termo desenvolvimento sustentável foi consagrado em 1987 pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, também conhecida como Comissão Brundtland. Essa comissão produziu um relatório de grande repercussão internacional, tendo sido usado inclusive como base para a Agenda 21 – aquele documento aprovado por mais de 180 países na Eco-92, no Rio de Janeiro. Esse relatório da Comissão Brundtland diz que desenvolvimento sustentável “é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades.”

A publicação do IBGE traz um conjunto de 59 indicadores sobre a sustentabilidade do modelo de desenvolvimento brasileiro e acompanha a tendência mundial, coordenada pela Comissão de Desenvolvimento Sustentável da ONU, para consolidar indicadores internacionais compatíveis. Isto torna possível acompanhar o tema em escala mundial e, em escala nacional, guiar a ação e subsidiar o acompanhamento e a avaliação do progresso alcançado rumo ao desenvolvimento sustentável no Brasil.

Você pode ver a publicação em pdf aqui ou comprá-la aqui.

(12/11/04)

Cresce número de homicídios

A mortalidade por causas violentas é uma das que mais crescem no Brasil, principalmente entre os jovens e os homens. Em 1992, ocorreram 19,2 mortes por homicídio a cada 100 mil habitantes no país, número que aumentou para 27,8 em 2002. Em uma comparação por sexo, morrem mais homens por homicídio que mulheres. Veja como a diferença é significativa:

1992 2002
Homens 37,6 52,0
Mulheres 3,2 4,4

O número de homicídios a cada 100 mil habitantes também varia muito de acordo com a unidade da federação. Pernambuco e Rio de Janeiro lideram com 59,7 e 50,6, respectivamente. Nesses mesmos estados, os números de homicídios entre os homens se destacam em relação ao restante do país: 113,7 em Pernambuco e 97,0 no Rio de Janeiro.

Para mais informações, consulte a publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004.

(12/11/04)

Aumenta a lista de animais em extinção

De dois anos para cá, a quantidade de espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção aumentou para 398 animais – 190 a mais do que em 2002. São mamíferos, aves, répteis, anfíbios e insetos que vêm sofrendo com a poluição dos rios e áreas costeiras, com as queimadas e construção de represas e com o tráfico de animais.

A atividade do tráfico visa principalmente as aves brasileiras: entre 1999 e 2000, 82% dos animais apreendidos eram aves como araras, tucanos, papagaios e emas. Além destes, são muito cobiçados os jabutis, tartarugas e serpentes.

Estes dados estão presentes na publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2004, do IBGE, que, entre outros indicadores, reúne várias informações sobre a biodiversidade e o meio ambiente no nosso país.

12/11/04

Um pouco do Brasil na Síntese de Indicadores Sociais 2003

O IBGE lançou este ano a Síntese de Indicadores Sociais 2003. Esta publicação traz um conjunto de informações sociais e demográficas sobre o país, grande parte extraída da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2002 (PNAD). Através de textos, gráficos e tabelas é possível conhecer um pouco mais sobre a situação atual da sociedade brasileira.

O estudo tem capítulos sobre educação, saúde, domicílios, trabalho e rendimento, cor ou raça, mulheres, idosos e, ainda, crianças, adolescentes e jovens.

Para você se inteirar do assunto, o IBGE Teen preparou textos sobre alguns temas abordados na publicação. Aqui você pode clicar no seu assunto favorito e ir diretamente à seção ou, se preferir, navegue pelo “Mão na roda”.

Educação no Brasil
Brasileiros mais velhos
Desigualdade entre os sexos
Mais de três milhões de crianças e adolescentes trabalham no Brasil

(26/10/04).

Homicídios são a maior causa externa de óbitos

Os homicídios lideraram, no ano de 2000, as causas externas de óbitos de pessoas do sexo masculino no Brasil, principalmente nos grupos de 15 a 24 anos, ou seja, grupos relativos à idade de entrada em atividades produtivas.

Dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, mostram que os óbitos por violência (causas externas) vêm aumentando significativamente no país. Das mortes por violência dos anos de 1980 a 2000, 82,2% eram de óbitos masculinos. Porém, se nos anos 80 o principal motivo eram os acidentes de trânsito, a partir da década de 90 os homicídios começaram a ganhar destaque nas estatísticas de mortalidade.

A Síntese de Indicadores Sociais 2003 do IBGE apontou que, em 2000, a taxa de mortalidade por homicídio era de 27 óbitos para cada 100 mil habitantes. Para o sexo masculino, essa taxa teve uma média de 49,7 óbitos para cada 100 mil habitantes no mesmo ano. Especificando ainda mais, percebe-se que na faixa dos 15 a 24 anos de idade o índice aumenta a níveis alarmantes, chegando a 205 (para cada 100 mil) no Rio de Janeiro, ou ainda 198 em Pernambuco, sendo que a maioria dos óbitos por homicídios no país (68%) teve relação com o uso de armas de fogo.

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2003.

(19/10/04)

Mortalidade infantil cai 35% em dez anos

As estimativas mais atuais sobre a mortalidade infantil estão na Síntese de Indicadores Sociais 2003, que reúne dados do Censo 2000 e das Estatísticas do Registro Civil para o ano de 2002. A publicação mostra que, em uma década, a mortalidade infantil caiu de 42,6‰ (em 1992) para 27,8‰ (em 2002), ou seja, uma queda de 35% no número de óbitos de menores de 1 ano a cada 1.000 nascidos vivos. As maiores quedas (mais de 40%) foram registradas nos estados do Ceará e do Piauí, na Região Nordeste. Porém, é também no Nordeste que fica o maior índice de mortalidade infantil, mais precisamente em Alagoas, com 57,7‰ óbitos. Nos estados do centro-sul do país este índice já está relativamente estabilizado em torno dos 20‰, sendo que o Rio Grande do Sul é o que apresenta a menor taxa de mortalidade infantil: 15,4‰.

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2003.

(19/10/04)

Artigos de luxo?!

Você sabia que os brasileiros têm mais rádio e televisão do que telefone? Apesar do uso cada vez maior de celulares, apenas 40% da população possui linha telefônica. De acordo com o Censo 2000, mais de 80% da população tem televisão, rádio ou geladeira. Depois disso é que vêm o videocassete (35%), máquina de lavar roupa (33%) e o microondas (19%).

Ter esses bens em casa é um bom indicador da qualidade de vida da população, ao lado das condições de moradia. Contar com serviços satisfatórios de abastecimento de água, luz elétrica, rede de esgotos e coleta de lixo onde a gente mora é fundamental para que possamos viver bem.

Nos últimos dez anos, o Brasil melhorou muito em qualidade de vida. Hoje, cerca de 78% dos domicílios dispõem de abastecimento de água por rede geral; cerca de 62% dos domicílios são assistidos por rede de esgotamento sanitário por rede geral ou fossa séptica e cerca de 79% têm coleta de lixo.

Regiões Norte e Centro-Oeste são menos populosas mas crescem mais que as outras

Quem sabe quais são as regiões mais populosas do Brasil? Para quem não sabe, as regiões mais populosas continuam sendo Sudeste, Nordeste e Sul. Mas apesar das regiões Norte e Centro-Oeste serem menos populosas, foram elas as que cresceram mais nessas últimas décadas. Isso porque Brasília e Goiânia atraíram muita gente para suas cidades-satélite. Para se ter uma idéia, enquanto na década de 90 a região Norte cresceu 2,86% e a Centro-Oeste 2,37%, a Sudeste cresceu apenas 1,60%, a Sul 1,42% e a Nordeste 1,30%. Deu pra notar a diferença?

fonte: Censo 2000

População brasileira cresce quase dez vezes no século XX

Vocês sabiam que a população brasileira cresceu quase dez vezes só no século XX? Pois é, em 1900 a população do Brasil era de 17.438.434 e em 2000 esse número subiu para 169.799.170 !!! Com isso, o Brasil passou a ser o quinto país com maior população do mundo, ficando somente atrás da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia.

A vez da terceira idade

O processo lento mas contínuo de envelhecimento da população, nas últimas décadas, vem alterando as estratégias de atendimento das empresas prestadoras de serviços. Hoje é comum vermos empresas de turismo oferecendo "pacotes" especiais para grupos da chamada "terceira idade", ou seja, pessoas acima dos 60 anos. Da mesma forma, as academias de ginástica já estão abrindo turmas especiais para a terceira idade.

Em 1996, eram 16 idosos para cada 100 crianças; em 2000, eram quase 30 idosos para 100 crianças. Em termos regionais, a Região Sudeste tem o maior percentual de pessoas com mais de 60 anos: 10,2%. E o menor cabe à Região Norte: 6,3%. A maioria dos idosos brasileiros vive nas grandes cidades: 81% deles estão nas áreas urbanas. As capitais com a maior proporção de idosos são Rio de Janeiro (12,8%) e Porto Alegre (11,8%).

Para saber mais sobre a população da terceira idade brasileira, não deixe de conferir a publicação "Perfil dos idosos responsáveis por domicílios no Brasil", com dados do Censo 2000!

para saber mais clique aqui

Meninas ficam mais na escola

O IBGE descobriu que é cada vez menor o grupo de meninos e meninas de 10 a 14 anos que têm algum tipo de trabalho remunerado. Ainda bem, porque trabalhar antes dos 14 anos é ilegal! E vem diminuindo o número de crianças fora da escola. Hoje, são apenas 3,5%, a maioria meninos.

Com os adultos acontece a mesma coisa: vem crescendo o número de pessoas que têm pelo menos o ensino fundamental (antigo 2º grau) completo, e entre elas a proporção de mulheres com mais instrução também é maior. Além disso, está aumentando o número de mulheres chefes de família.

Mas, e com relação aos salários? Apesar de as mulheres terem maior grau de escolaridade, os salários mais altos são pagos... aos homens! A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE tem essas e muitas outras informações sobre educação, trabalho, salários e moradia. Dê uma olhada!

Desigualdades no acesso à pré-escola

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2003, no Brasil a taxa de escolarização de crianças com idade entre 0 e 3 anos é de 11,7% em média, mas de 7,3% entre os mais pobres. Isso significa que a grande maioria das crianças nessa faixa etária não freqüenta creche ou maternal. Já na faixa entre 4 e 6 anos de idade, esse percentual sobe para 67% - sendo de 58,3% entre os mais pobres e de 95% entre as crianças de famílias com maiores rendimentos (acima de 3 salários mínimos per capita).

Diminui a defasagem escolar no país

O percentual de estudantes entre 7 e 14 anos de idade que não freqüentam a série adequada à sua idade é alta no País. O ideal seria que uma criança de 7 anos estivesse cursando a 1ª série do nível fundamental e assim sucessivamente. Quando o estudante não está na série correspondente à sua idade, ele está defasado.

Em 2002, cerca de 14,4% dos estudantes com 7 anos de idade estavam defasados. Aos 14 anos, esse percentual era maior: 65,7%. Isso porque a tendência é de a defasagem escolar aumentar à medida que crescem as faixas etárias.

No passado, os percentuais de defasagem escolar para essas mesmas idades eram maiores. Em 1996, a taxa de defasagem para crianças de 7 anos era de 26,2%, caindo para 16,64% em 1999. O mesmo ocorreu com os estudantes de 14 anos de idade: as taxas caíram de 82,3% em 1992 para 72,7% em 1999.

A média de anos de estudo é uma outra maneira de analisar a defasagem escolar. Em 2002, as pessoas de 10 anos ou mais de idade tinham uma média de 6,2 anos de estudo - 1,3 anos a mais que em 1992.

Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2003

Vamos preservar!

E atenção, pessoal! Para quem ainda não sabe, o Brasil é o país com maior biodiversidade do planeta! E a nossa fauna é uma dos grandes exemplos. São mais de 100 mil espécies!!! Mamíferos, répteis, peixes, anfíbios, insetos e aves de todos os gostos estão por toda a parte do país. Mas é preciso ter cuidado! Se não se preservar, em pouco tempo muitas espécies podem desaparecer, principalmente aquelas que só conseguem se adaptar em um único ambiente. O desmatamento de florestas, a poluição das águas e do ar, o comércio ilegal de animais e a caça esportiva e predatória são os maiores responsáveis pela extinção da nossa fauna. Então, fiquem de olho! O nosso futuro também depende da vida desses animais.

E pra quem quer saber que animais estão correndo risco de desaparecer, aí vão alguns: arara-azul, baleia-franca, flamingo, gavião-real, jacaré-de-papo-amarelo, jaguatirica, lobo-guará, lontra, mico-leão-da-cara-dourada, onça-pintada, peixe-boi, sussuarana, tamanduá-bandeira, e muitos outros. Vamos preservar, galera!

A força das águas

O Brasil é dotado de uma vasta e densa rede hidrográfica, sendo que muitos de seus rios destacam-se por sua extensão, largura e profundidade. Dentre os grandes rios nacionais, o Amazonas e o Paraguai destacam-se para a navegação. Já, o rio Paraná se destaca pelo seu potencial energético (capacidade de gerar energia).

A utilização de energia hidrelétrica no Brasil começou em 1889, com a instalação da usina de Marmelos-Zero, no rio Paraibuna, próximo a Juiz de Fora, em Minas Gerais. Hoje o país conta com 64 usinas hidrelétricas, sendo a maioria instalada na região Sudeste. Só o estado de São Paulo tem 21 usinas, seguido de Minas Gerais com 13.

Preservando a natureza

As Unidades de Conservação da Natureza são áreas de proteção ambiental, isto é, são espaços protegidos por leis federais para preservação da flora, fauna e de belezas naturais. Essas unidades são compostas de parques, reservas biológicas, ecológicas e extrativistas, estações ecológicas e florestas.

Desses, apenas os parques nacionais permitem visitações públicas com fins recreativos e educacionais, segundo as normas estabelecidas pelo IBAMA.

Ao todo são 53 parques nas cinco regiões, sendo que os maiores situam-se no estado do Amazonas. O Parque Jaú fica no município de Novo Airão, com uma área de 2.272.000 hectares e o Parque Pico da Neblina fica em São Gabriel da Cachoeira, com 2.200.000 hectares.

Conheça melhor o Brasil! Consulte o mapa Unidades de Conservação Federais, nas bibliotecas e livrarias do IBGE.

Mortalidade infantil/2000

Na publicação "Evolução e Perspectivas da Mortalidade Infantil", os dados estimados para o ano 2000 apontam a proporção de 35,3 por mil nascidos vivos no Brasil. Quanto às regiões, o Nordeste continua com a maior taxa (56 por mil), o Sul com a menor (22 por mil) e o Sudeste com 22 por mil nascidos vivos. O estudo revela, ainda, que Alagoas tem a taxa mais elevada de óbitos (68,4 por mil), enquanto o Rio Grande do Sul aparece com a mais baixa (19,6 por mil).

Censo 2000: sua importância e principais objetivos

Os Censos demográficos são a única fonte completa de informações sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades.

A 1a contagem da população brasileira foi realizada em 1872, ainda na época do Império. Mas foi a partir de 1890, já sob a República, que os Censos passaram a ser feitos a cada 10 anos.

Através dos resultados do Censo, há a possibilidade de se acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e as condições de vida da população ao longo do tempo.

E, com base nesses dados, governo federal e setor privado podem identificar e priorizar as áreas que necessitam de investimentos em saúde, educação, energia, habitação, transporte, programas de assistência à infância e à velhice, dentre outras.

Censo 2000 revela que a população brasileira é de 169.799.170 pessoas

Os resultados definitivos do Censo Demográfico de 2000 indicam que a população do Brasil, em 1° de agosto de 2000, era de 169.799.170 pessoas.

No Censo anterior, que foi realizado em 1991, a população brasileira era de 146.825.475 pessoas. Isso significa que até o dia 1° de agosto de 2000 houve um aumento de 22.973.695 pessoas na contagem.

A pesquisa revela também que, se em 1991 75,6% da população residia em áreas urbanas, em 2000 a taxa de urbanização passou para 81%. Em termos práticos, podemos afirmar que as pessoas estão se mudando das áreas rurais para as urbanas.

Os resultados mostram que existem 83.576.015 homens e 86.223.155 mulheres, ou seja, existem 2.647.140 mulheres a mais que homens no Brasil.

São Paulo é o município de maior população, com 10.434.252 habitantes. Borá, no interior de São Paulo, com 795 habitantes, é o menor.

Foram visitados mais de 54 milhões de domicílios em 5.507 municípios divididos em 215.811 setores censitários entre 1° de agosto e 30 de novembro, período de coleta de dados. O Censo 2000 é o maior já realizado no país e envolveu mais de 230 mil pessoas.

Maiores informações estão no site do IBGE www.ibge.gov.br, no ícone Censo 2000.

Jovens estudam mais e trabalham menos

Divulgada em 2001 pelo IBGE, a Síntese de Indicadores Sociais 2000 faz um resumo social do Brasil da década de 90. Um dos aspectos mais interessantes da publicação se refere à atividade dos jovens e adolescentes brasileiros.

De acordo com o estudo, está aumentando o número de jovens e adolescentes que somente estudam e diminuindo o número dos que somente trabalham. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos de idade, o percentual daqueles que só estudam aumentou de 38,9%, em 1992, para 55,7%, em 1999. Entre aqueles que só trabalham, o percentual diminui de 24,7%, em 1992, para 10,3%, em 1999. Entre aqueles que trabalham e estudam, o percentual varia de 20,8%, em 1992, para 22,8%, em 1999.

O mesmo ocorre entre os jovens de 18 e 19 anos de idade. Entre os que só estudam, o percentual aumenta de 19,7%, em 1992, para 30,1%, em 1999. Entre aqueles que só trabalham, o percentual diminui de 40,8%, em 1992, para 27,3%, em 1999. Entre aqueles que trabalham e estudam, o percentual varia de 16,5%, em 1992, para 21,8%, em 1999.

Entre os jovens de 20 a 24 anos de idade, o percentual dos que só estudam aumenta de 6,9%, em 1992, para 10,9%, em 1999. Entre os que só trabalham, diminui de 55,4%, em 1992, para 48,5%, em 1999. Entre aqueles que trabalham e estudam, o percentual varia de 10%, em 1992, para 14,6%, em 1999.

País tropical

Verão é tempo de sol e mar. E, neste sentido, o Brasil é um país privilegiado. Dos seus 23 mil km de extensão, mais de sete mil km estão ligados ao Oceano Atlântico. Dos 26 estados, 16 são banhados pelo oceano.

O Brasil possui várias ilhas oceânicas, destacando-se as de Fernando de Noronha, Abrolhos e Trindade. Essas ilhas ficam em outro fuso horário, isto é, têm uma hora de adiantamento em relação à hora de Brasília.

Entre as ilhas continentais estão as capitais dos estados do Maranhão (São Luís), do Espírito Santo (Vitória) e de Santa Catarina (Florianópolis).

O Brasil é conhecido em todo o mundo por suas belezas naturais. Suas praias atraem anualmente milhares de turistas estrangeiros, o que é um ponto positivo para a economia do país.

Brasileiros estão vivendo mais

A esperança de vida do brasileiro (média de anos de vida) está crescendo. Passou de 66,0 anos em 1991 para 68,6 anos em 2000, representando um ganho de 2,6 anos no mesmo período. Com relação ao sexo, a diferença entre a esperança das mulheres e a dos homens também aumentou. Enquanto em 1991, as mulheres possuíam uma média de vida ao nascer 7,2 anos superior à dos homens, agora, essa diferença é de 7,8 anos.

Com relação aos ganhos na esperança de vida entre 1991 e 2000, vemos que a média total foi de 2,59, enquanto a das mulheres foi de 2,84 e a dos homens de 2,26.

Com relação à esperança de vida, vemos que a das mulheres passou de 69,8 em 1991 para 72,6 em 2000, enquanto a dos homens passou de 62,6 em 1991 para 64,8 em 2000.

Fonte: Tábua Completa de Mortalidade 2000 (Tábua de Vida 2000)

Limites brasileiros na América do Sul

Com cerca de 23 mil quilômetros de linha divisória, o Brasil faz limite, em sua maior extensão, com o Oceano Atlântico (7,3 mil quilômetros) e com dez países da América Latina.

O país que tem a maior extensão de fronteira com o Brasil é a Bolívia (3,1 mil quilômetros), que faz limite com os estados de Rondônia, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A seguir vem o Peru, com 2,7 mil quilômetros, fazendo limite com os estados do Amazonas e do Acre.

A menor extensão é com o Suriname (593 km), que faz limite com o Pará e o Amapá. Já, a Argentina, apesar de ter uma extensão menor de fronteira, faz limite com todos os estados da região Sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, num total de cerca de 1,2 mil quilômetros.

Afazeres Domésticos

Já se foi o tempo em que o homem tinha a obrigação de trabalhar fora e a mulher ficava com os afazeres domésticos. Os casais modernos, certamente, fazem a mesma coisa, sem distinção do sexo ou profissão. Se não, observemos que, em 1992, a percentagem de homens que colocavam "avental" após a jornada de trabalho era de 36,9%: já em 1998 esse percentual subiu para 48,6%. No caso das mulheres que trabalham fora e no lar, esse patamar ficou praticamente igual, com 90,1% (1992) e 90,6% (1998). Esses dados podem ser encontrados no Capítulo Trabalho da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios- PNAD.



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